Na própria carne

Então. Um minuto atrás, eu estava ouvindo — ainda estou — o In the Flesh, do Rogério das Águas, que ganhei de presente (e o melhor de tudo: fui eu que escolhi. Coisa boa, esses vales-presentes da Saraiva). Estava tocando The Happiest Days of Our Lives. No The Wall, quando chega nos versos “But in our town it was well known (…)”, o vocalista é o mesmo, dá só um efeito sonoro, uma espécie assim de eco. Mas, no In the Flesh, são as três cantoras que fazem as vozes, sem o Rogério e de modo bem agressivo, mais alto do que no original. Fica muito bom, mas o melhor é que é súbito, pelo menos para mim, que não sabia.