Poesia involuntária

Mais uma vez, o relato da viagem a Houston está aqui. Hoje o assunto é outro.

Outro dia, o Daniel, colega de trabalho, perguntou pelo prédio onde funciona a agência dos Correios na rua Primeiro de Março: se eu já tinha estado lá. Já. “E é bonito?”

“É tão bonito e feio quanto qualquer prédio público antigo do Rio de Janeiro.”

“Essa foi boa. Bonito e feio, gostei.”

“É, eu me enganei. Quis dizer que é tão bonito ou feio quanto qualquer outro, dependendo de quem olha; que não tem nada de mais.”

“Não, deixa assim. ‘Bonito e feio’ tem mais graça.”

Ele tem razão. Assim tem mais conteúdo e, ao mesmo tempo, crítica. Assim afirmo minha percepção, não deixando à escolha do observador.

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O elogio mais sincero

Mais uma vez, o relato da viagem do Sr Atoz a Houston, Texas, está aqui. Hoje trataremos de mais um outro tema.

Ontem, encontrei um website (por sinal muito bom, rico em informação) que citava texto meu sem autorização. Entrei em contato com eles e, hoje, já haviam atribuído os créditos devidos. Por isso, vim aqui e editei toda esta mensagem, inclusive seu título.

ZAIRE, TALVEZ?

O relato da viagem do Sr Atoz a Houston, Texas, está aqui. Hoje trataremos de outro tema.

Então, na semana passada, o chefe da delegação americana no Pan foi ter a infeliz idéia de abrir os trabalhos escrevendo na lousa, “Welcome to the Congo!”. Isso pegou muito mal, falou-se em preconceito etc. Em conseqüência, foi imediatamente substituído no cargo e a autoridade competente pediu desculpas. Vamos aos comentários.

1. Eu gosto desse senso prático. O sujeito faz eme, o sujeito é removido do cargo na hora. Não como punição, mas para evitar que faça mais eme.

2. Ué. O que que ele escreveu de errado?

3. O preconceito não é dele. O preconceito é de quem pensou o que pensou quando leu o que ele escreveu. Honni soit qui mal y pense.