A quem tem pouco conteúdo só resta comentar no saite alheio

Agora há pouco, visitei o saite de Jana Lauxen (pseudônimo?) e me interessei pelo livro anunciado ali. Então, escrevi-lhe este email. Como tem um poquito de conteúdo original, resolvi dividi-lo com você.

(…) Li parte do seu belogue. Há anos eu defendo seus argumentos contra o voto nulo, inclusive seu raciocínio é o mesmo meu. Sobre ser a única escolha que ainda há, sobre escolher o menos ruim, sobre escolha ruim ser melhor do que nenhuma. Em síntese eu digo aos outros: é minha vida, não vou deixar que os eleitores de cabresto, os analfabetos, os iludidos, os deslumbrados e os de má fé a decidam por mim. Cada voto contrário ao meu é um voto contrário a minha vontade, a minha vida. Então tenho que lutar contra e votar sim.

Idem seu texto sobre você colher o que plantou [embora eu discorde fundamentalmente do mau uso da Terceira Lei de Newton para exemplo, porque ela não tem nada a ver com isso]. Bàsicamente é algo em que não paro de pensar desde 1989, quando li Ilusões, de Richard Bach, que me mostrou que TUDO que acontece na minha vida é decorrência de minhas decisões, e minhas apenas. Inúmeros desdobramentos dessa ideia, inclusive o seu — afinal, são 21 anos pensando nisso, não é tudo repetição do mesmo não. Adendo: Ilusões também me trouxe as ideias de que é fìsicamente impossível forçar uma pessoa a fazer alguma coisa e de que é impossível eu fazer algo que não queira.

Idem seu texto sobre censura. Penso muito em censura. Penso muito em como a imprensa manipula a ideia de censura em interesse próprio, em como diz que tem quando não tem e em como diz que não tem quando tem.

Juízo e bom trabalho!

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