O terror que deduzimos

Neste Mês das Crianças (sez who?), entrei duas vezes em uma famosa loja de varejo desta cidade. Em ambas as vezes, lá estava aquele tenebroso disco de música alegadamente infantil a tocar em todas as caixas de som da loja. Um coro de crianças entoava famosas canções de roda, acompanhado por repetitivos baixos sintéticos, teclados eletrônicos e samplers. A “música” era tão assustadora como um palhaço de filme de terror ou a pobre vítima infantil de Cemitério Maldito.

Estou convicto de que todas as faixas do disco foram gravadas enquanto um guarda mantinha seu revólver apontado para as cabeças das crianças. É a única forma de explicar o que eu ouvia.

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