Action Comics #663 (março de 1991) conforme Super-Homem no. 111 (agosto de 1993).
P. 8, q. 2. “Carlini Bros.” é uma referência ao então Editor Mike Carlin.

Action Comics #747 (agosto de 1998) conforme Super-Homem no. 36 (outubro de 1999).
P. 2. No alto, à esquerda, a nave lembra aquelas em Naves espaciais: 2000 a 2100, de Stewart Cowley.
P. 3. As asas de gaivota invertida dos caças parecem aquelas do F4U Corsair. Não se engane, porém: o F4U era americano; estes são japoneses. Além disso, o nariz curto e a carlinga não conferem com o nariz comprido e a carlinga do Corsair.

Action Comics #748 (setembro de 1998) conforme Super-Homem no. 37 (novembro de 1999).
Página 13, quadro 4. A rua Swan é referência a Curt Swan, um dos mais destacados desenhistas do Super-Homem nas Eras de Prata e de Bronze.
P. 19, q. 20. Lara, mãe de Kal-El.
P. 20, q. 28. A nave-berçário que salvou Kal-El da explosão de Krypton.
Na página 21, quase todos os quadros se referem ao arco de histórias publicado nos títulos do Super-Homem neste mês e nos três precedentes. O quadro 83 retrata a nave-berçário deixando Krypton.

The Adventures of Superman #446 (novembro de 1988) conforme Super-Homem no. 73 (julho de 1990).
P. 29, q. 4. “Reverendo John Paul Martins” é João Paulo Martins, tradutor das histórias da DC publicadas pela Abril nessa época.

The Adventures of Superman #542 (janeiro de 1997) conforme Super-Homem no. 21 (julho de 1998).
Página 24. “Biasi Beer”: Biasi é um dos tradutores da história.
P. 25, quadro 3. “Carlin’s” é referência ao Editor Mike Carlin. “Karl” é referência ao Roteirista Karl Kesel.

The Adventures of Superman #560 (agosto de 1998) conforme Super-Homem no. 36 (outubro de 1999).
Esta edição foi escrita no estilo simplista da Era de Prata, cujas histórias eram frequentemente tolas. Também foi desenhada para representar a aparência de seus personagens conforme aquela época e para emular os desenhos da Era de Prata de maneira geral, embora sua arte-final ainda seja contemporânea em sua profusão de detalhes. O símbolo, a cor do uniforme e a capa do Super-Homem são referências à Era de Prata.
P. 2. Batman e o Batmóvel estão desenhados conforme na Era de Prata. Todavia, o símbolo de morcego é uma interpretação contemporânea do símbolo da Era de Prata, que nunca pareceu tão robusto. O título da história é típico da Era de Prata e igualmente tolo.
P. 4, q. 6. Na Era de Prata, Jimmy Olsen tinha um relógio de pulso que emitia ultrassom e com o qual chamava a ajuda do Super-Homem.
P. 6, q. 4. Em sua mente, o Super-Homem está vendo seu casamento com Lois Lane conforme O casamento do Super-Homem.
P. 7, q. 4. Na mitologia do Super-Homem da Era de Prata, a kriptonita vermelha causava mudanças imprevisíveis ao corpo ou aos poderes do Super-Homem.
P. 8, q. 1. Os efeitos da kriptonita vermelha eram frequentemente bobos como se vê aqui.
P. 8, q. 5. O título onomatopeico da matéria é uma referência à série do Batman dos anos 1960.
P. 9, q. 2. A Ordem do Grande Búfalo d’Água era a sociedade secreta e clube masculino de Fred Flintstone e Barney Rubble nOs Flintstones. O chapéu é o mesmo.
P. 13-15. Este resumo das juventudes de Clark Kent e Bruce Wayne não é nada consistente com as verdadeiras biografias dos personagens, durante a Era de Prata ou a qualquer outro tempo. Entretanto, ele contém muitos elementos que são consistentes com suas biografias da Era de Prata. Na época, muitas histórias mostravam os jovens heróis ficando amigos um do outro durante suas infâncias, sabendo as identidades secretas um do outro e tendo aventuras juntos desde pouca idade. Na Era de Prata, o jovem Lex Luthor era mostrado como tendo morado em Pequenópolis e culpado o Superboy pelo acidente que fez seu cabelo cair.
P. 14, q. 3. O resgate de Lana parece uma referência a alguma história do Superboy da qual não estou ciente.
P. 15, q. 3-5. De fato, esta é a história mais antiga que conheço mostrando Bruce Wayne como Robin, mas o contexto sugere que isso aconteceu antes durante a Era de Prata. Se algum de meus Leitores sabe do precedente, por favor me avise!
P. 15, q. 5. “Os melhores do mundo” é como a DC Comics chamava a dupla de Super-Homem e Batman durante os anos 1950 e 1960. Também é o nome do título da DC que mostrava suas aventuras conjuntas, inclusive histórias de Clark Kent e Bruce Wayne como jovens.
P. 16, q. 3. O Professor Emil Hamilton é um personagem criado após a Crise nas Infinitas Terras. Sua presença aqui não se encaixa no padrão da Era de Prata e é um sinal de que nem tudo é o que parece. Ele perdeu um braço durante o arco do Fim de Metrópolis, em 1994, mas imediatamente o substituiu com um braço cibernético.
P. 17, q. 1-3. Jor-El e Lara são mostrados como eram consistentemente representados durante a Era de Prata, em notável contraste com suas aparências pós-Crise desenhadas por John Byrne.
P. 18, q. 1. Na continuidade pós-Crise, o Hipersetor é parte de Metrópolis.
P. 19, q. 4. O discurso de Batman imita o lema da DC Comics para as histórias do Túnel do Tempo.
P. 21, q. 2, 4 e 6. Esta é a mesma menina de cabelo branco das histórias mais recentes do Super-Homem, agora revelada em sua verdadeira natureza.
P. 21, q. 3. Este é o Super-Homem na Era de Ouro, conforme visto nas histórias mais recentes do Super-Homem.
P. 21, q. 5. Este é o Super-Homem em 2999, conforme visto nas histórias mais recentes do Super-Homem.
P. 21, q. 7. Este é o Super-Homem contemporâneo, conforme visto nas histórias mais recentes do Super-Homem.

The Adventures of Superman #561 (setembro de 1998) conforme Super-Homem no. 37 (novembro de 1999).
As páginas 1 e 2 são reminiscentes das Histórias Imaginárias da Era de Prata do Super-Homem, ocorridas fora da continuidade, onde ele tinha superfilhos, frequentemente com Lois Lane. Exemplos próximos podem ser encontrados em Superman #131 (agosto de 1959), Superman’s Girl Friend Lois Lane #23 (fevereiro de 1961), Superman #162 (julho de 1963) e Superman’s Girl Friend Lois Lane #55 (fevereiro de 1965).
Página 3, quadro 4. O W em “swooshhh” parece a letra cirílica shcha.
P. 7, q. 3. Ao fundo, a entrada da Fortaleza da Solidão como era durante a Era de Prata.

Batman 80-Page Giant #1 (agosto de 1998) conforme Batman: vigilantes de Gotham no. 28 (fev. 1999).
Terceira história, p. 2, q. 2. As caixas estão rotuladas “Dix San”, certamente porque a história foi escrita por Chuck DIXON.
Quarta história, p. 9, q. 5. O panfleto diz “Artista da DC? desaparecido — autoridades extáticas”.
Sexta história, p. 1, q. 2. Um dos livros é de A. Goodwin. Archie Goodwin é um editor do Batman (embora não ao tempo em que esta história foi publicada pela primeira vez).
Sétima história, p. 9, q. 7. Alfred foi ator. É por isso que está improvisando uma fala de Hamlet.

Batman: Arkham Asylum: Tales of Madness #1 (maio de 1998).
O artifício de contar histórias é pelo menos tão antigo quanto o Decamerão, tendo sido usado nos Contos de Cantuária e tão recentemente quanto Salò e Sandman: Worlds’ End.
P. 18, q. 6. Se isto não for uma imitação do Obelix socando um romano, eu como meu chapéu. Mesmo que atualmente eu não tenha um.
P. 33, q. 4. “Boy Blunder” é uma referência a “Robin, the Boy Wonder”.

The Batman Chronicles #11 (janeiro de 1998) conforme Lendas do Cavaleiro das Trevas no. 3 (abril de 2002).
A primeira história é uma homenagem à primeiríssima história do Batman, em Detective Comics #27 de 1939. Os primeiros quadrinhos são os mesmos: o entediado e fútil ricaço Bruce Wayne perguntando ao Comissário se algo interessante toma seu tempo. Então a visita acaba. Mais tarde, vê-se o início da lenda: o pedido de socorro de Martha Wayne, a percepção do jovem Bruce da morte de seus pais, sua promessa de vingança, sua preparação, seu macambuzismo no estúdio, e a entrada daquele agourento morcego — todos são duplicados palavra por palavra. Igualmente, o uniforme do Batman é uma vigorosa remissão àquela primeira edição: sua capa, símbolo, cinturão, botas e especialmente luvas são marcadamente diferentes daqueles de tempos posteriores. Além disso, os desenhos e diálogos estão precisamente nos mesmos estilos (e, como tais, desenhados grosseiramente) como nas primeiras histórias de Bob Kane.
Terceira história (“A maldição da mulher gato”), p. 3, q. 2. Atrás de Alfred, veem-se cartazes de filmes, mostrando que ele teve uma carreira de ator. No Universo DC regular, Alfred (cujo sobrenome de fato é “Pennyworth”) teve uma carreira teatral antes de se tornar o mordomo de Bruce Wayne. Também, o filme de pirataria parece ter a expressão “Santa Prisca” no título. Santa Prisca é a ilha caribenha onde nasceu Bane, o maior inimigo do Batman em, e nos cinco anos antecedendo, janeiro de 1998.
Terceira história, p. 3, q. 3. No universo DC regular, “o trabalho de um mordomo nunca termina” é, de fato, um bordão de Alfred.
Terceira história, p. 3, q. 4. Na página anterior, o Tenente Gordon já descreveu Bruce Wayne como um excelente detetive que prefere trabalhar sòzinho. Agora, Wayne diz que não fuma. Todos são traços do Batman.
Terceira história, p. 5, q. 1. No universo DC regular nesta época, Harold é um mecânico corcunda que cuida da Batcaverna.

Batman Chronicles: the Gauntlet #1 conforme Batman no. 32 (junho de 1999).
P. 8, q. 5. “Terranova” é o nome do policial infiltrado na série Wiseguy (O Homem da Máfia).
P. 18, q. 2. Liotta pode ser uma referência ao Ator Ray Liotta, de Goodfellas (Os Bons Companheiros).
P. 18, q. 4. Referência a Bill Mantlo, roteirista da Marvel.
P. 31, q. 7. A revista é House of Mystery e o logotipo “CD” é evidentemente o da DC.

Batman: Gordon of Gotham #1 (junho de 1998).
P. 8, q. 3. No edifício à esquerda, no alto do edifício, o nome “Giordano” vem do desenhista, Dick Giordano.

Batman: Gordon of Gotham #2 (junho de 1998).
P. 5, q. 2. Larry, Moe e Curly são, naturalmente, Os Três Patetas.
P. 6, q. 5. Um “serra-ossos” é um médico. Essa é a exata razão por que o Capitão Kirk chama o Dr. McCoy de “Bones”.

Batman: Huntress/Spoiler: Blunt Trauma #1 (maio de 1998) em Batman: Cataclysm.
P. 236, q. 2. “Soft rock” está escrito com a mesma fonte e sobre o mesmo logotipo do Hard Rock Café.
P. 243, q. 3. “Gorfinator” é a fusão da óbvia franquia do Exterminador com o editor do Batman da época, Jordan B. Gorfinkel. O estúdio só poderia ser a Warner, naturalmente.

Batman: Shadow of the Bat #74 (maio de 1998).
P. 21, q. 4: “Sly Arnold é o Verminator” é uma óbvia referência a Sylvester Stallone (também conhecido como “Sly”) e a Arnold Schwarzenegger, que repetidamente fez o papel do Exterminador.

Batman: Shadow of the Bat #78 (setembro de 1998) conforme Batman: vigilantes de Gotham no. 38 (dezembro de 1999).
Página 17, quadro 4. De fato, Bruce Wayne fez construir um castelo na Lua como parte de seus bens. Chama-se Torre de Vigilância da LJA e ele a visita com frequência.
P. 19, q. 3. A Firewall é uma referência à Firestone da vida real, tanto quanto a Macrosoft extrai seu nome da Microsoft.
P. 21, q. 5. O original “ketamine” não se traduz como “quetamina”, mas como “cetamina”.

Catwoman #56 (abril de 1998) conforme vista em Batman: Cataclysm.
P. 109. 1700 Broadway era o endereço da DC Comics em Nova Iorque ao tempo desta edição.

Detective Comics #721 (maio de 1998).
P. 15, q. 5. O parque Sheldon é homenagem a Sheldon Moldoff, roteirista do Batman nos anos 1940.

Flash #94 (setembro de 1994) conforme Novos Titãs no. 125 (agosto de 1996).
Página 35, quadro 2. No chão, as capas de Showcase #4 (setembro-outubro de 1956) e The Flash #105 (fevereiro-março de 1959), respectivamente a primeira edição com o Flash da Era de Prata e a primeira edição de seu próprio título. Também Showcase #14 (maio-junho de 1958), a quarta edição com o Flash da Era de Prata.
P. 35, q. 3. O Diário de Bordo e o símbolo de cabeça de flecha são ambos lugares-comuns de Jornada nas Estrelas.

The Flash #125 (maio de 1997) conforme Super-Homem no. 30 (abril de 1999).
As primeiras páginas, onde Major Disaster provoca o acidente, são essencialmente uma repetição de Swamp Thing #35 (abril de 1985), onde um peixe-espada é lançado de cima de um veículo, exceto que o vilão era Jason Blood e ele não chegou ao ponto de ser o efetivo catalisador da tragédia.
Página 55, quadro 2. “Dooley Bros.” é referência ao Editor Kevin Dooley.
P. 59, q. 3. “Broome” é referência a John Broome, desenhista do Flash nos anos 60.
P. 68, q. 1. “Augustyn” é referência a Brian Augustyn, roteirista desta história.
P. 75, q. 5. “WG 47” é referência ao lubrificante WD 40, cujo nome é marca registrada.

The Flash #138 (junho de 1998).
P. 21, q. 1, 3 e 5. Você não precisa prestar muita atenção para ver que as crianças mudaram entre os quadrinhos. Por exemplo, no quadrinho 1 o garoto da extrema direita está usando uma camisa amarela com linhas verticais; no painel 5 as linhas são horizontais. O garoto de óculos tem camisa verde com gola preta; no quadrinho 5 o cabelo dele é maior e a gola é verde. E assim mudou o cabelo do garoto louro, e assim por diante.
P. 22, q. 5. À esquerda você vê notas de alunos em um mural. Grant e Marky (Grant Morrison e Mark Millar, que escreveram a história) tiram A em Redação Criativa; Ronnie e Johnny (Ron Wagner e John Nyberg, desenhos e arte-final respectivamente) tiram A (não consigo ver em quê); Gaspar e Tom McCraw (letrista e colorista) também tiram seus A’s.

The Flash #140 (agosto de 1998) conforme Super-Homem no. 37 (novembro de 1999).
P. 3, q. 1. Wally refere-se a um encontro anual para combater ameaças globais. Até certo ponto, isso é uma metapiada, porque provàvelmente é uma referência ao fato de que, todo ano, a DC organiza um evento em que, por um mês ou dois, a maioria dos títulos e todos os principais heróis ficam, de fato, envolvidos em combater uma ameaça mundial. Em outro tópico, na quarta fileira desde a traseira, o Caçador de Marte.
P. 5. Dick Grayson (Nightwing) e o Lanterna Verde Kyle Rayner são os melhores amigos não velocistas de Wally, Grayson por causa do tempo que passaram juntos como Turma Titã e Novos Titãs e Rayner desde que a amizade dos dois na LJA se tornou sucessora da de Barry Allen e Hal Jordan.
P. 6, q. 2. Poderia o lenço do Homem Plástico ser uma tentativa de amenizar o clima?
P. 10, q. 2. Linda foi congelada em The Flash #116 (agosto de 1996) e ameaçada pelos assassinos de Kobra em Flash #99-100 (março-abril de 1995).
P. 12, q. 5. Carmine Infantino foi o desenhista original do Flash da Era de Prata e, como tal, deu nome a um dos marcos de Keystone City.
P. 16, q. 4. Nos papeizinhos esvoaçantes: Grant é provàvelmente o roteirista Grant Morrison; Gaspar Saladino é o letrista desta edição; Tom McCraw é o colorista; L.A. Williams é o editor assistente; Kupps é provàvelmente Paul Kupperberg, o editor; John Nyberg foi arte-finalista até duas edições antes; Mark Millar é o roteirista; Brian é provàvelmente Brian Augustyn, antigo editor de Flash.
P. 17, q. 1. Idos são os dias em que se podia fumar a bordo…! Já foram tarde.
P. 20, q. 1. Booster Gold é o Gladiador Dourado, o herói do futuro que integrou a LJA do fim dos anos 80 a meados dos anos 90. Sua motivação sempre foi lucrar com merchandising, de modo que este refrigerante parece materializar seu desejo de algum modo. Deve-se ter em mente que este é um futuro alternativo.

The Flash #141 (setembro de 1998) conforme Super-Homem No. 38 (dezembro de 1999).
Página 9, quadro 1. Referência a Gorilla Grodd, um gorila telepático hiperinteligente que era um inimigo relevante de Barry Allen (depois herdado como inimigo por Wally West) e sempre dedicado a conquistar o mundo.
P. 14, q. 3. Na verdade, a predição é de que o Sol vá se tornar uma gigante vermelha em aproximadamente 5,4 bilhões de anos. O barbudo de botas vermelhas é provàvelmente o Super-Homem.
P. 14, q. 4. Vinte bilhões de anos não são nada diante do verdadeiro número de anos até a morte do universo. O número correto vai além de dez à décima potência; está mais para dez à googolésima potência (isso não foi uma palavra inventada — pesquise).
P. 15. De acordo com a série The Sandman, a Morte será a última a morrer. Necessàriamente não haveria mais ninguém vivo, o que é lógico, porque o último ser também morrerá e a Morte terá que estar lá para levá-lo. Wally não permaneceria após a Morte. De todo modo, a solução de Wally para seu problema é semelhante àquela encontrada pelo Super-Homem em Super-Homem versus Apocalypse: a revanche: parte três.
P. 19, q. 2-3. Em The Flash #115 e #117, de Mark Waid, o amor de Linda é um farol para Wally encontrar seu caminho de volta da Força da Velocidade através do tempo. Agora, Wally casualmente resgata Linda da morte em três quartos de uma página sem muita explicação ou ênfase no significado desse momento ou desta descoberta de uma capacidade. Pode ser que, nesta história, Mark Millar esteja banalizando um tanto a abordagem de Waid sobre a conexão entre Wally e Linda.
P. 21, q. 2. Na verdade, o Capitão Marvel é um garotinho (Billy Batson), mas quase ninguém sabe.

Gog #1 (fevereiro de 1998) conforme vista no encadernado The Kingdom.
Gog #1 é uma continuação de Reino do amanhã: seu início desolado é a consequência da detonação da bomba atômica em RA #1. Portanto:
P. 2 mostra os cinco seres que vigiam a humanidade conforme vistos em RA #3, p. 10: o Vingador Fantasma, o Guardião Ganthet, Shazam, Izaya Pai Celestial, e Zeus.
P. 7, q. 2: a mensagem do Super-Homem sobre certo e errado é sua principal mensagem em KC.
P. 9, q. 1. “Muda o curso de rios poderosos e dobra aço com as mãos nuas” é a descrição do Super-Homem dada nos quadrinhos e séries de rádio e TV da Era de Ouro.
P. 9, q. 1. “Venha a nós o vosso reino… seja feita a vossa vontade…” é a referência religiosa a Reino do amanhã que evoca Mateus 6, 10 (o Pai Nosso).
P. 9, q. 1. O “pois vosso é o Reino, o poder e a glória” original bíblico é substituído pela descrição dos valores do Super-Homem dada na série de TV de 1952-1958, “verdade, justiça e o modelo americano”.
P. 15, q. 1. Esta é a nave estelar de Kal-El deixando Krypton.
P. 15, q. 2. Claramente um herói da Era de Prata: Capitão Cometa.
P. 15, q. 3. Billy Batson.
P. 15, q. 5. Órion.
P. 15, q. 6. Koriander e Dick Grayson, também conhecidos como Estelar e Asa Noturna, namorando (ou casados) como em sua época de Novos Titãs.
Presumìvelmente, a página 16 mostra eventos específicos de RA: q. 1, Luthor mata Silvana; q. 3, Wally West censurando (quem?); q. 4, o Coringa matou Lois Lane; q. 5, Diana perde sua condição de princesa. Mas o q. 2 é òbviamente a morte dos pais de Bruce Wayne.
P. 17, q. 2: Ra’s al Ghul comemorando o nascimento de Ibn al Xuffasch.
P. 17, q. 4: As aparições do Capitão Átomo (do fundo para a frente): nos quadrinhos originais da Charlton Comics; na Crise nas Infinitas Terras (primeira aparição na DC); nos quadrinhos regulares da DC Comics; em RA.

Green Lantern #100 (julho de 1998) conforme vista em Green Lantern: Emerald Knights.
Esta história requer uma compreensão de seu contexto. De 1959 a 1993, Hal Jordan foi o Lanterna Verde da Terra (exceto por um breve período nos anos 80). Por uma significativa parte desse tempo, ele também foi considerado o maior Lanterna Verde da Tropa. Então, em 1994, Jordan surtou, matou todos os outros Lanternas Verdes, matou os Guardiões, tornou-se o quase todo-poderoso Paralaxe e destruiu a Bateria Central. Um Guardião, Ganthet, sobreviveu e entregou um anel a Kyle Rayner, tornando-o o único Lanterna Verde. Mais tarde, em GL #0 (outubro de 1994), Kyle encontrou Paralaxe em Oa, deparando-se com um planeta morto e coberto pelos corpos de Lanternas mortos. Após um pouco mais de conflito, entretanto, Jordan foi confrontado com sua própria loucura irresponsável e, ao fim, arrependeu-se. Em The Final Night #4 (novembro de 1996), ele fez corresponder seus atos a sua penitência, fazendo o sacrifício final.
P. 18, q. 2. Referência ao banimento de Sinestro para Qward em Green Lantern #7 de 1961, p. 7, q. 5.
P. 25, q. 6. Esta é uma HQ de super-heróis séria, mas, para o padrão de uma HQ séria, a valquíria alada está desenhada ao estilo exagerado dos quadrinhos europeus (p.ex. o de Asterix). Isso é coerente com a profissão de quadrinhista de Kyle Rayner.
P. 26, q. 2. Kilowog treinou Hal Jordan, conforme visto na minissérie Lanterna Verde: amanhecer esmeralda.
P. 31, q. 1. É curioso que o controle de viagem temporal de Brainiac-5 se pareça com um tricorder ou talvez até o dispositivo de acesso à Ziggy, de Quantum Leap.
P. 31, q. 2. Kyle estava dizendo a verdade. Ainda assim, os Guardiões e Lanternas não foram convencidos fácil demais? Eles tomam sua versão pelo valor de face, sem questioná-la. Isso nunca é prudente. Òbviamente não é esse o foco aqui, e a história tem que andar. Mesmo assim, em nome da verossimilhança, eu esperaria que os experientes Lanternas desenvolvessem um pouco mais de senso crítico, especialmente após terem lutado contra tantos vilões que fingem.
P. 31, q. 3. Observe como Kyle está na sombra e fala triste e laconicamente. Ele sabe da tragédia, culpa e morte final de Jordan.
P. 44, q. 2. Em Green Lantern #9 (nov.-dez. 1961), Sinestro foi condenado a orbitar o universo em uma cápsula, o que levaria uns 18G anos. É claro que, de algum modo, ele saiu um pouco cedo, de volta para assombrar a Tropa repetidas vezes, mas este quadrinho aqui parece ser uma reinterpretação.

Green Lantern #101 (início de agosto de 1998) conforme Green Lantern: Emerald Knights.
P. 53, q. 1-4. Estes quadros são redesenhados de outros vistos em Superman #80 (agosto de 1993)O retorno do Super-Homem no. 2 (outubro de 1994). O quadro 3 aqui é a última página daquela edição.
P. 54, q. 1, veio de Green Lantern #48 (jan. 1994). O quadro 2 é do #49 (fev. 1994).
P. 54, q. 3, é Hal Jordan transformado em Paralaxe, o chão de Oa coberto pelos corpos de Guardiões mortos, na edição #50 (março de 1994). À direita, os ossos de Kilowog, seus únicos restos após ter sido vaporizado por Jordan naquela edição. Ao fundo, Sinestro jaz morto em seu traje habitual, exceto que usa uma capa branca. Em GL #50, ao contrário do que se pode ver aqui, o uniforme de Sinestro era uma mescla do de um Lanterna Verde e do seu próprio.
P. 55, q. 1 a 3, representa Zero Hora (1994). No quadro 1, desde o alto, no sentido horário: Detonador (então um novo Novo Titã), Batmoça (deslocada no tempo desde um momento anterior àquele em que fôra aleijada pelo Coringa em 1988), Metron, Super-Homem (na época com mullet), Tákion e Capitão Marvel.
P. 55, q. 4, refere-se a Green Lantern #0 (out. 1994), publicada em Superboy no. 0 (out. 1996).
P. 56, q. 1, refere-se a Final Night #4 (nov. 1996).
P. 56, q. 2, é o funeral de Hal Jordan em Green Lantern #81 (dez. 1996). À esquerda, o Super-Homem ainda usa mullet. À direita, Alan Scott agora é o Sentinela.
P. 57, q. 1. “Carol” é, naturalmente, o amor de Hal Jordan, Carol Ferris. “Pie” é Tom “Pieface” Kalmaku, seu mecânico de confiança.
P. 70, q. 3. “Mal absoluto” é um certo exagero… Kalibak é um Novo Deus de menor importância e um personagem de, no máximo, terceiro escalão. Com poderes inexpressivos, ele difìcilmente é sequer uma ameaça para o Lanterna Verde; mais um inconveniente. Os encarregados de anúncios certamente tentaram forçar aqui.

Green Lantern #102 (fim de agosto de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço no. 7 (set. 1999).
É realmente impressionante o quanto um arte-finalista pode contribuir para a aparência de uma história em quadrinhos. Em regra, eu detestava o traço de Paul Pelletier. Esta edição teve uma aparência agradável, apesar de que, pelo estilo, eu não conseguia precisar quem a tinha desenhado. Então vi que tinha sido Pelletier e percebi que o arte-finalista era Terry Austin, não o mesmo arte-finalista das pavorosas fases de Pelletier em Outsiders e Superboy and the Ravers.
P. 3, q. 4. Dez anos não são tempo suficiente para Hal Jordan ter tido todas as suas aventuras da Era de Prata, Era de Bronze e pós-Crise. Acredito que o roteirista não tenha pensado suficientemente sobre a diferença de tempo.
P. 4, q. 6. Esta pintura, de Kyle Rayner, foi descerrada em Green Lantern: Secret Files and Origins #1 (julho de 1998), p. 22. Além disso, quando Hal Jordan estreou como um Lanterna Verde em Showcase #22 (setembro-outubro 1959), o verde de seu uniforme não cobria seus ombros. É assim que ele aparece no arco Emerald Knights, onde é tirado de seus primeiríssimos dias como LV. Hal mudou de aparência mais tarde (por volta de Green Lantern #37, em meados de 1965), para o visual clássico que se vê na pintura, o que explica seu comentário.
P. 5, q. 2. Este é o simulador que levou Hal Jordan à nave caída de Abin Sur em Showcase #22 e em sua reinterpretação, Green Lantern: Emerald Dawn #1 (dezembro de 1989). Aqui ele tem a aparência da primeira dessas duas edições.
P. 5, q. 4. Esta é uma estátua em escala real de Kilowog, o Lanterna Verde durão e sem frescuras que treinou e se tornou amigo de Hal em Amanhecer esmeralda, emigrou para a Terra nas últimas edições de Green Lantern Corps (fim dos anos 80) e foi tristemente assassinado pelo enlouquecido Hal em Green Lantern #50 (março de 1994).
P. 8, q. 2. A forma geral, as entradas de ar quadradas e pequenas e os freios aerodinâmicos geminados traseiros, ambos acionados, indicam que a aparência do FP-17 foi baseada na do Panavia Tornado. A cabina e sua corcova menos que aerodinâmica são mais curtas, porém, pois o FP-17 é monoposto. As antenas nos lados da deriva parecem um cuidado excessivo, como se o desenhista não soubesse que elas não são uma parte essencial do projeto. Além disso, adiante da deriva, o desenhista acrescentou duas protrusões uma em cima da outra. Elas não são muito aerodinâmicas, e ele provàvelmente as copiou de algum outro lugar. Como erro final, se você prestar bastante atenção ao freio aerodinâmico de bombordo, verá que ele interrompe a carenagem traseira da cabina, e portanto parece levantar-se da cabina. Deveria ter sido ao contrário, com a carenagem interrompendo a vista que o leitor tem do freio.
P. 9, q. 2. Sem ofensa aos trabalhadores manuais aqui, mas não considero provável que um mecânico de aeronaves, por mais habilidoso que fosse como tal, sùbitamente fosse nomeado gerente do projeto de uma nova aeronave. Essa não apenas é uma responsabilidade complexa para se assumir e uma que exigiria senioridade e uma experiência longa, construída gradualmente; ela requer uma formação completamente não relacionada. Nem um pouco sua linha de trabalho!
P. 11, q. 1. Clichê detectado. Por que é que, nas histórias, as pessoas tão frequentemente reconhecem as outras pelo beijo?
P. 12, q. 6. No texto original, o vocativo era “Pie”, referindo-se a Tom Kalmaku. Aqui houve erro de tradução, e o vocativo é “Hal”.
P. 18, q. 1. (1) As fagulhas e a explosão certamente são só estilo, especialmente porque uma simples queda através do concreto não seria suficiente para causá-las. Além disso, se houvesse fagulhas de verdade, elas imediatamente acenderiam o combustível, que agora está exposto à atmosfera. (2) Tom não tem que se preocupar. Certamente o Lanterna Verde pode usar seu anel para desfazer os danos que ele mesmo acabou de provocar.
P. 19, q. 1. Em regra, as projeções do anel permanecem conectadas ao anel. Elas são tangíveis, mas nunca têm atributos tais como calor ou poder de ignição. Aparentemente, os Autores negligenciaram as propriedades do anel e inventaram uma chama que nunca poderia ter-se desconectado dele.
P. 21, q. 1. Caramba, como Kalibak desmorona fácil. Não era para ele ser um Novo Deus, forte e tudo? Cadê sua resistência? Isso foi tolo.
P. 21, q. 2. Essa é uma Caixa Materna, um computador vivo quase onipotente, usado pelos Novos Deuses.
P. 21, q. 4. Um tubo de explosão é semelhante a  um buraco de minhoca. Portanto, quando se olha através dele, vê-se o destino do outro lado. Neste caso, vemos o pátio em chamas atrás do tubo. É possível que esse tenha sido um erro do desenhista. Alternativamente, é possìvelmente uma indicação de que o tubo já estivesse efetivamente fechado e que já se conseguisse ver o terreno atrás.
P. 22, q. 1. “Mais violento”, “mais perigoso”??? Claro que não. Não apenas esse ataque foi estatìsticamente aleatório e dentro das flutuações normais tanto quanto tudo mais que Hal já viu antes, ele também é apenas uma fatia de uma amostra em um local específico. Não é possível que ele julgue esse ataque representativo de qualquer coisa!

Green Lantern #103 (início de setembro de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço no. 8 (outubro de 1999).
Aqui, o traço (de Jeff Johnson e Anthony Williams) parece-se muito com o de Stuart Immonen. Talvez seja a arte-final.
P. 1, q. 2 e 3. Não se pode deixar de ler isto com o zumbido do teletransporte de Jornada nas Estrelas na cabeça…
P. 2-3. (1) O Flash é Wally West. Normalmente seu uniforme não mostra os olhos, mas aqui está mostrando, como fazia quando Barry Allen o usava. (2) Certamente Hal não tem como conhecer Aço: este último apareceu pela primeira vez no curto período após a morte do Super-Homem, o mesmo em que Coast City foi destruída.
P. 5, q. 2. A “longa história” é a Crise nas Infinitas Terras, que matou Barry e fez com que Wally o substituísse como o Flash.
P. 5, q. 3. Aquaman perdeu a mão quando algumas piranhas a comeram na horrível Aquaman #2 (setembro de 1994). Aqui existe um erro de tradução. O original dizia “some fish”. A palavra “fish” é singular mas também plural. O tradutor, decerto não sabendo que foi um cardume inteiro e entendendo “fish” no singular, assim traduziu.
P. 11, q. 1. O Lanterna Verde descendo por trás da luz do poste é uma referência oblíqua (e possìvelmente não intencional) às páginas finais de O Cavaleiro das Trevas no. 4, onde o Super-Homem faz o mesmo em frente a um Batman de armadura.
P. 14, q. 5. O policial teve uma atitude ingrata para começar e apenas a piorou. Desta vez Kyle está mais do que justificado e está sendo até gentil em sair sem mais discussão.
P. 17, q. 2. Donna Troy, namorada anterior de Kyle, de fato deixou de existir nas edições de Wonder Woman publicadas nos poucos meses antes de GL #103. Entretanto, esse desaparecimento apenas durou alguns dias e, o que é mais importante, Kyle nunca teria sabido.
P. 22, q. 1. No original em inglês, Kyle diz que adora quando Batman faz isso, e não que sente raiva.

Green Lantern: Emerald Dawn #2 (janeiro de 1990).
P. 7, q. 5-6, e p. 8, q. 4 e 7. A intenção certamente era de que o avião se parecesse com o Grumman F-14.

Green Lantern: Emerald Dawn #6 (maio de 1990).
P. 17, q. 2. “Gardner A. Broome State Correctional Facility” certamente é uma referência a Gardner Fox e John Broome. Ambos eram roteiristas de primeira importância da DC Comics durante o início da Era de Prata. O primeiro escreveu as primeiríssimas histórias da Liga da Justiça da América e outras com um sabor de ficção científica. O segundo foi o autor das primeiríssimas histórias do Lanterna Verde da Era de Prata.

Green Lantern: Secret Files and Origins #1 (julho de 1998) conforme Super-Homem no. 33 (julho de 1999).
Este é um resumo bem apertado das carreiras dos cinco terráqueos que já portaram anéis de Lanterna Verde ao longo dos anos. Certamente pula a parte onde Hal Jordan desistiu de ser um Lanterna Verde em meados dos anos 1980 e quase esconde o fato de que Jordan e Guy Gardner foram Lanternas Verdes ao mesmo tempo de 1985 a 1992.
P. 3, q. 3. Este é o simulador de voo de Showcase #22 (1959), primeira história, p. 1 e 3, q. 2 a 4, visto novamente na revisão da escolha de Hal Jordan em Lanterna Verde: amanhecer esmeralda #1 (1989), p. 12-15. Aqui, o simulador mantém a aparência de Showcase.
P. 7, q. 1. Franklin Roosevelt teve pólio, de modo que seria incapaz de permanecer de pé. Ou este é Harry Truman, ou o bastão cósmico de Starman, que está apontado para o presidente, está sustentando Roosevelt. A partir da esquerda: Relógio, Flash, Doutor Meia-Noite, Falcão da Noite, Átomo, Mulher-Gavião, Starman, Lanterna Verde.
P. 8. Do alto, à esquerda: o avião parece um cruzamento de um F-84F com um F-86. De qualquer forma, está perfeitamente adequado aos meados dos anos 1950, coerente com a época em que Hal Jordan apareceu pela primeira vez nos quadrinhos. Abin Sur aparece conforme Showcase #22, p. 4, q. 6, um quadrinho que não tem equivalente em LV:AE #1, p. 17-18. No meio da página, Jordan está desenhado conforme as primeiras histórias sob o lápis de Gil Kane (antes de Green Lantern #11 de 1962): note o símbolo de lanterna em seu peito.
P. 9. No alto, vemos Hal Jordan enfrentando Sinestro, seu maior inimigo. No alto, à direita, Jordan e Oliver Queen, Arqueiro Verde, aparecem como parceiros, em uma remissão a Green Lantern #76 (1970) a #89 (1972). No meio da página, à direita, esta é a composição original da Liga da Justiça da América conforme retroativamente estabelecido após a Crise nas Infinitas Terras: Flash (Barry Allen), Lanterna Verde (Hal Jordan), Canário Negro, Caçador de Marte e Aquaman. Embaixo, à direita: o cabelo de Hal Jordan apareceu com mechas grisalhas pela primeira vez em Green Lantern #1 de 1990. Há uma edição posterior (não consigo lembrar qual) onde ele afirma que isso é artificial: ele usava o anel para mudar seu cabelo de modo a aparentar mais idade.
P. 9, embaixo, à direita, e p. 10, q. 1. Os olhos de Gardner estão voltados para baixo nas sombras porque ele está falando da época em que Jordan enlouqueceu, foi corrompido pelo poder absoluto e afinal morreu (a ser comentada daqui a algumas páginas).
P. 10, q. 2-4. Guy Gardner foi introduzido em Green Lantern #59 (1968).
P. 10, q. 6. O acidente de Gardner com o ônibus é contado em Green Lantern #87 (dez. 1971-jan. 1972).
P. 11, no alto, à esquerda: Green Lantern #87, p. 4-5.
P. 11, à direita: Katma Tui foi morta por Safira Estrela em Action Comics Weekly #601 (1988), na história publicada no Brasil em Os Novos Titãs no. 65 (agosto de 1991). Exceto que nem ela nem Stewart usava uniforme quando ela foi morta, e seu corpo foi mutilado.
P. 12, q. 4. Hal Jordan curou John Stewart em Parallax: Emerald Night #1 (1996), p. 26.
P. 13, no alto, à direita: Jordan e Gardner saíram no pau em Green Lantern #25 (1992), cuja história foi publicada no Brasil em Liga da Justiça e Batman no. 5 (dez. 1994).
P. 13, à esquerda: durante a luta, Jordan tinha mechas grisalhas no cabelo.
P. 15, no alto, à esquerda: Hal Jordan enfrenta Mongul sobre a Cidade-Motor após ela ter substituído Coast City, Green Lantern #46 (out. 1993), p. 6-10, história publicada no Brasil em O retorno do Super-Homem no. 3 (nov. 1994).
P. 15, no alto, à direita: Hal Jordan chora a perda de Coast City em Green Lantern #48 (jan. 1994), p. 1.
P. 15, embaixo, à direita: esta é a capa de Green Lantern #49 (fev. 1994), onde Hal Jordan toma os anéis de vários Lanternas da Tropa, bem como a primeira página de Green Lantern #50 (março de 1994), onde enfrenta Sinestro.
P. 15, embaixo, à direita. Hal Jordan mata Sinestro em GL #50. Esta é a página 17, q. 1.
P. 17, no alto. Esta é GL #50, p. 31.
P. 17, meio. Esta é a aparência inicial de Kyle Rayner como Lanterna Verde, Green Lantern #50-#51 (maio de 1994).
P. 18. O texto refere-se a Zero Hora (Paralaxe tentando reiniciar o tempo) e a Green Lantern #0 (out. 1994, quando Rayner e Jordan lutam em Oa). Oa desaparece em GL #0, p. 21. GL #0 saiu em Superboy no. 0 (out. 1996).
P. 19. Dr. Polaris e Dr. Luz são mostrados com poderes ampliados como resultado da minissérie A vingança do submundo, de 1995 (publicada no Brasil em 1997).
P. 20, q. 1. À direita, os três Titãs estão na composição atual: Impulso, Arsenal (o antigo Ricardito), a segunda Terra, e Detonador. Lamentàvelmente, foram-se os tempos dos Novos Titãs de Wolfman e Pérez.
P. 20, q. 2. Esta é a atual Liga da Justiça da América, ou, ao menos, a LJA de alguns meses atrás, incluindo Wally West como o Flash, Connor Hawke como Arqueiro Verde e Diana de Themyscira como Mulher-Maravilha. A prova de que esta é Diana é seu uniforme, em contraste com a versão mais recente (e no entanto semelhante à dos anos 1940), da Rainha Hipólita. Claramente, Diana ainda era viva neste retrato, embora viesse a ser morta por Neron em Wonder Woman #124-125 em 1997. A partir da esquerda, após a Mulher-Maravilha, estão Batman, Aquaman, Super-Homem e o Caçador de Marte. O Super-Homem está desenhado tão horrìvelmente que está quase irreconhecível. Também, Gardner diz que esteve em uma das Ligas: ele se refere à LJA de durante o mandato de Keith Giffen como roteirista. Na época, nenhum dos maiores heróis da DC fazia parte do grupo, mas Guy Gardner era um membro de destaque nessa encarnação da Liga de 1987 a 1992.
P. 21, q. 2. Hal Jordan acerta as contas com Guy Gardner em Parallax: Emerald Night #1, p. 23-24.
P. 21, q. 3. O funeral de Jordan aconteceu em Green Lantern #81 (dez. 1996).

Jack Kirby’s Fourth World #8 (outubro de 1997) conforme DC Millennium no. 9 (jul./ago. 2003).
Primeira história, p. 3 (DCM, p. 5). Um dos cidadãos enfurecidos está usando uma camiseta com o novo símbolo do Super-Homem (da fase elétrica azul, de 1997).
Primeira história, p. 17 (DCM, p. 19), q. 1. Ao fundo, o Super-Homem, o Caçador de Marte e o Capitão Marvel, participando de uma batalha no evento Genesis — do qual esta edição não dá qualquer explicação: se o leitor não soubesse, tudo que se vê aqui é que, do nada, os Novos Deuses e outros heróis estão em batalha por nenhuma razão aparente.

JLA #11 (outubro de 1997) conforme JLA: Rock of Ages.
P. 8, q. 1: à esquerda, sob o mostruário de graphic novels, uma edição de Hellboy passa flutuando. À direita, podem-se ver cartazes de Akira e Lobo.
P. 14, q. 2: é claro que Circe está lendo Ulisses… Ela foi a bruxa que enfeitiçou a tripulação de Ulisses na Odisseia.

JLA #13 (dezembro de 1997) conforme vista em JLA: Rock of Ages.
P. 13 (p. 63), q. 1. A-Mind é possìvelmente uma referência ao Brainiac da Era de Prata, um andróide tirano imortal. O duende maligno da quinta dimensão é certamente uma referência ao Sr. Mxyztplk, um duende maligno da quinta dimensão. Qwewq é possìvelmente uma referência a Qward.
P. 13, q. 3. Pesadelo e Nemo são garantidamente uma referência a Pequeno Nemo, a clássica tira de quadrinhos do início do século XX, onde Nemo viajava pelo mundo dos sonhos. Também é possìvelmente uma referência ao Sandman da Era de Prata, que entrava nas mentes em seu veículo, ou mesmo ao Nautilus do Capitão Nemo, das histórias de Júlio Verne. A esteira denominada “Hiper-Roda” é certamente uma referência à Esteira Cósmica do Flash, que lhe permitia viajar entre dimensões.
P. 14, q. 2. O deus polvo é provàvelmente uma referência a Cthulhu.

JLA #15 (fevereiro de 1998) conforme JLA: Rock of Ages.
P. 12, q. 2. “Vendi minha alma uma vez e uma vez foi suficiente.” O Mestre dos Espelhos foi um dos primeiros vilões a serem seduzidos por Neron em A vingança do submundo (1995).
P. 23, q. 4. “Eu sou um médico, Jim, não um torniquete” é uma referência ao Dr. McCoy de Jornada nas Estrelas, sempre reclamando “diabos, Jim, eu sou um médico, não um –*–“.
P. 37, q. 4. A silhueta pertence ao sucessor do Super-Homem do século 853 no iminente evento DC Um Milhão.

JLA 80-Page Giant #1 (julho de 1998) conforme JLA: Tower of Babel.
A primeira história, “The Green Bullet”, é uma contradição. A página 138, quadrinhos 3 e 4, menciona o anel de kryptonita que o Super-Homem confiou ao Batman e, portanto, faz referência a Action Comics #650, de 1990. Na página 142, quadrinhos 1 e 3, o Super-Homem fala da ocasião em que matou três kryptonianos homicidas em Superman #22 (1988). Na página 145, Luthor é um empresário no edifício de sua Lexcorp. Todas as três condições implicam que esta história seja pós-Crise. Por outro lado, a página 139 mostra que a Liga tem sede no satélite e que o Batman, Hal Jordan e o Super-Homem estão em sua lista de chamada. Essa qualidade é confirmada na página 145, último quadrinho, quando o Batman inquestionàvelmente lista a si mesmo e ao Super-Homem como parte da Liga. Tudo isso torna essa necessàriamente uma história pré-Crise.

JLA Secret Files #1 (setembro de 1997) conforme Coleção DC 70 anos no. 5 (set. 2008).
P. 158, q. 5. Os nomes nas lojas são de Jon Bogdanove e Dennis Janke (artistas regulares em Superman: the Man of Steel), Kevin Aucoin, Peter J. Tomasi e Dan Raspler, editores na DC.

Justice League: the Nail #1 (agosto de 1998) conforme Liga da Justiça: the Nail: o prego: parte 1 (dezembro de 2002).
As Anotações de Jess Nevins são absolutas e podem ser encontradas aqui. Pouco acrescentarei:
P. 11, q. 1. Apesar da negativa de Alan Davis de que tenha intencionalmente referido O Cavaleiro das Trevas, o que provàvelmente aconteceu é que ele foi influenciado inconscientemente.
P. 12. Batman fica no canto, calado e pensativo, como lhe é típico.
P. 50. O Coringa provàvelmente matou os protegidos do Batman apenas com o propósito de tentar o Batman a matá-lo em um surto de raiva. Isso se encaixaria no tema geral de A piada mortal e na ação deliberada do Coringa em O Cavaleiro das Trevas.

Justice League: the Nail #2 (setembro de 1998) conforme Liga da Justiça: the Nail: o prego: parte 2 de 3 (janeiro de 2003).
Tal como em relação à edição número 1, as Anotações de Jess Nevins são absolutas e já explicam muito do que eu planejava comentar… e dez vezes mais. Isto aqui é só para complementá-las com minhas próprias observações.
Página 5, quadro 1. O Batmóvel mais à frente (e também o menos oculto) parece-se muito com os Batmóveis de meados dos anos 70.
P. 6, q. 2. Deste ponto em diante, é interessante notar que, na interpretação de Alan Davis, o anel de Lanterna Verde de Hal Jordan está constante e visìvelmente vazando energia.
P. 7, q. 3. A simplicidade deste uniforme, mais a possibilidade de se verem os olhos do Flash, leva o leitor a crer que este seja Barry Allen, o que é consistente com o ambiente da Era de Prata em que se passa a história. Se nunca houve um Super-Homem, bem possìvelmente nunca houve uma Crise nas Infinitas Terras.
P. 8. Das Anotações de Jess Nevins, percebo que todos os Lanternas que estão conversando (Chummuck, Katma Tui, Arísia e Tomar-Re) são falecidos na continuidade regular do Universo DC. A morte de Katma Tui, em particular, foi tão horripilante quanto sem sentido, com seu corpo fatiado em Action Comics Weekly #601 (Os Novos Titãs no. 65, agosto de 1991) por uma enlouquecida Safira Estrela (que, como muitas vezes antes, havia tomado posse do corpo de Carol Ferris para perpetrar seus atos odiosos). Mais ou menos de cima para baixo, podem-se reconhecer muitos outros de aparições ao longo de centenas de edições anteriores: Kilowog em primeiro plano, Galius Zed (a cabeça com membros), Deeter (de bigode), Hollika Rahn (a moicana de vestido branco), Xax (a formiga aumentada ao lado de Tomar-Re), Larvox (ciclope de vários membros), Penelops (o olho com tentáculos), Salaak (de quatro braços, com libré do século XVIII), Medphyll (a planta ciclope), Eddore (a pequena e diáfana nuvem de gel), Chaselon (o ovo de cristal), Rot Lop Fan (uma criação de Alan Moore em Tales of the Green Lantern Corps Annual #3, usando um símbolo de sino em vez do de uma lanterna, bem como um anel de sino, porque seu mundo não tem um conceito de luz ou visão, de modo que seu poder é simbolizado por som em vez de luz verde), Ch’p (o sósia de um esquilo), e K’Ryssma (a mulher de pele branca e longo cabelo branco). A maioria (senão todos) dos outros Lanternas também foram apresentados ao longo dos 39 anos precedentes de mitologia do Lanterna Verde.
P. 10, q. 5. A atitude de Jordan, apesar de nobre e alinhada à ética dos anos 90, difere daquela de suas representações anteriores em 1959-1960. Na época, os títulos Showcase e Green Lantern às vezes o mostravam presumindo que alienígenas fossem maus só por causa de sua aparência, ou da insatisfação de alguém, e então os combatendo (conforme comentei anteriormente, aqui e aqui).
P. 11, q. 2. E quem seria o alienígena com o visual de um glorioso herói americano…?
P. 11, q. 4. O prego extrai a maior parte de sua textura da Era de Prata. Portanto, Lex Luthor, apesar de ser um homem de negócios milionário e político tal como no universo DC regular desta época, também é um gênio científico e um inventor malvado.
P. 12, q. 1-4. A borda de cada quadrinho conecta-se à borda do quadrinho adjacente: as linhas à direita representam formas diferentes, mas são extensões das linhas à esquerda. Isso dá à página uma fusão visual incomum. É interessante notar que os quadrinhos, tanto quanto qualquer arte, dão espaço ao artista para brincar ocasionalmente, apenas para sua própria diversão, ou para demonstrar alguma habilidade sua, em exercícios que não necessàriamente são cheios de significado; ou que talvez sejam, mas não necessàriamente como auxílios à história, bem como as iluminuras medievais.
P. 15, q. 3. Note que as pontas dos dedos do Flash não estão vibrando (como de fato não poderiam estar se ele queria agarrar o cérebro de Amazo). Isso é um tremendo refinamento do truque da vibração.
P. 16, q. 3. Não é prudente simplesmente descartar o cérebro de Amazo (um inestimável mecanismo de precisão) no covil de um megavilão tão traiçoeiro, manhoso e mestre enxadrista como Ra’s al Ghul!
P. 22, q. 5. Aparentemente, o Pensador gastava suas horas vagas repetidamente resolvendo o Cubo de Rubik. Infelizmente para ele, não teve tempo para completar sua última abordagem antes de ser interrompido pelo assassino misterioso.
P. 24, q. 6. Note, deste ponto em diante, que os xenófobos sempre se referem a qualquer um diferente como um “etê” ou “alienígena”, apesar de suas origens bem terráqueas. Esse é o caso não apenas de Rex “Metamorfo” Mason, mas de todos os demais meta-humanos.
P. 31, q. 1. No universo DC regular, Pete Ross é um amigo de infância de Clark Kent e atualmente senador. Pré-Crise, ele sabia a identidade secreta do Super-Homem, enquanto, pós-Crise, desconhece-a.
P. 40, q. 6. Um manto esvoaçante… kryptoniano?
P. 44, q. 2. “Joan” é um bom nome falso feminino para J’onn Jonzz, também conhecido como Detetive John Jones.
P. 49, q. 1. Garfield Logan não é Mutano, mas Rapaz-Fera, mantendo o espírito da Era de Prata desta minissérie.
P. 49, q. 4. Parece que o Centro Federal também é a versão do Projeto Cadmus deste universo.
P. 50, q. 3. Starro, o Conquistador, foi o primeiro inimigo da Liga da Justiça, em The Brave and the Bold #28, de fevereiro-março de 1960.

Kingdom Come #4 (1996) conforme vista em Reino do amanhã.

Kurt Busiek’s Astro City #5 (janeiro de 1997) conforme Astro City: inquisição.
Página 51, quadro 2. Sprang House é uma referência a Dick Sprang, um dos mais famosos desenhistas do Batman na Era de Ouro.

Kurt Busiek’s Astro City #8 (abril de 1997) conforme Astro City: inquisição.
Na capa, no canto superior direito, pode-se ver que Alex Ross pintou seu Billy Batson adulto de Kingdom Come (Reino do amanhã).
As páginas 121 e 122 usam imagens de Aviões do Futuro, de Bill Gunston, conforme demonstrado por meu weblog em fevereiro de 2014.
Página 122, quadro 2. O monte Kirby é referência ao lendário artista de quadrinhos Jack Kirby, que inspirou muitos criadores desse meio.

Kurt Busiek’s Astro City #10 (setembro de 1997) conforme Fábulas Pixel #2 (agosto de 2008).
P. 18, q. 1. O cartaz na parede é a capa de Kurt Busiek’s Astro City Vol. 1: Life in the Big City.

Kurt Busiek’s Astro City #1/2 (janeiro de 1998) conforme Astro City: inquisição.
P. 182-184. Esta é uma referência a eventos da DC Comics tais como a Crise nas Infinitas Terras e Zero Hora, inclusive a fusão das eras, o desaparecimento dos heróis e cidades, a “batalha final” com todos os heróis costurando o tempo e o efeito residual de pequenos desajustes onde alguns ainda se lembram.

Kurt Busiek’s Astro City #13 (fevereiro de 1998) conforme Fábulas Pixel n. 1 (abril de 2008).
P. 4, q. 5. O Monstro do Continente Negro é provàvelmente uma referência a O Monstro da Lagoa Negra, um clássico dos anos 50. Como o Continente Negro é a África, o Monstro só pode ser um gorila, conforme se vê no cartaz à semelhança de King Kong.
P. 6, q. 4. O cartaz de Happy Jack mostra Alfred E. Neuman, a mascote da capa de todas as edições da revista Mad, da DC.

Legionnaires Annual #3 (1996).

Preacher #34 (fevereiro de 1998) conforme Preacher: guerra ao sol.
Na primeira página onde aparece o quartel, há um helicóptero ao fundo. Pelo perfil, vê-se que o artista acertou ao desenhar um Sikorsky UH-60 Black Hawk, que é o helicóptero utilitário e de transporte de tropa padrão do Exército dos Estados Unidos e que tìpicamente veríamos em um quartel qualquer. Entretanto, o trem de pouso traseiro é das versões navais, o SH-60 Seahawk e o HH-60 Jayhawk. Então isso foi um erro.

Preacher #35 (março de 1998) conforme Preacher: guerra ao sol.
P. 2-3, p. 7 (q. 1-3) . Os carros de combate são M1 Abrams.
P. 8, q. 1. Os helicópteros são UH-60 Black Haws (mais visíveis como tais do que na edição #34).
P. 17, q. 1-2. O helicóptero é um UH-60, mas, novamente (tal como na edição #34), o desenhista confundiu a maneira correta de representar o trem de pouso traseiro e desenhou o do SH-60 Seahawk.
P. 19, q. 1. O jato tem um cone de cauda que se assemelha mas não é exatamente igual ao do IAI 1125 (Gulfstream G100). É um jato executivo genérico, dessemelhante de qualquer um existente.

Preacher #36 (abril de 1998) conforme Preacher: guerra ao sol.
P. 3, q. 3, p. 9, q. 1, p. 14, q. 4, e p. 15, q. 1. O veículo é um HMMWV (coloquialmente, um “Humvee”).
P. 9, q. 2, p. 11, q. 3, p. 12, q. 3 e 5, p. 13, q. 1 e 3, p. 14, q. 3, p. 16, q. 1, p. 22, q. 4, e p. 24, q. 1. Os carros de combate são M1 Abrams.
P. 15, q. 5, p. 20, q. 3, e p. 21, q. 3. A metralhadora é uma M60, da época do Vietnã, a mesma que John Rambo portava na cena de raiva no armazém no final de Rambo II.

Preacher #37 (maio de 1998) conforme Preacher: guerra ao sol.
P. 1 e p. 11, q. 1 e 6. O bombardeiro é um B-2 Spirit.
P. 2, q. 1 e 2, p. 4, q. 1, p. 6, q. 1, 2, 4 e 5, e p. 12, q. 1-3. Os carros de combate são M1 Abrams.
P. 4, q. 2, p. 5, q. 4, p. 6, q. 2-3, e p. 12, q. 1. O veículo é um HMMWV.
P. 4, q. 4, p. 5, q. 5, e p. 12, q. 1. A metralhadora é uma M60.
P. 11, q. 6, p. 14, q. 5, e p. 16, q. 1. O míssil de cruzeiro é supostamente um AGM-109 Tomahawk, que nunca entrou em serviço. Durante os anos 1980, houve o projeto de se adaptar o BGM-109, lançado do solo, como o AGM-109, lançado do ar, mas este não foi adotado.
P. 12, q. 2, p. 13, q. 1, p. 14, q. 1 e 5, p. 15, q. 4 e 6, p. 19, q. 4, p. 21, q. 4, e p. 24, q. 1. O jato executivo é genérico e não se assemelha a nenhum já feito.
P. 12, q. 5. A pistola é uma M1911, disseminada nas forças armadas dos Estados Unidos através de todo o século XX.
P. 13, q. 4. Os helicópteros são UH-60 Black Hawks.
P. 16, q. 3, e p. 19, q. 2. Os helicópteros são ostensivamente UH-60, mas com o trem de pouso traseiro do SH-60 Seahawk, em um engano do desenhista.

Preacher #39 (julho de 1998) conforme Preacher: guerra ao sol.
P. 11, q. 1, p. 17, q. 2, e p. 18, q. 2 e 4. A pistola deveria ser uma M1911, mas a janela de ejeção é muito comprida e o guarda-mato não se encaixa exatamente no modelo (aqui ele tem uma projeção em forma de dente, que não existe na M1911).
P. 20, q. 1. Observe que, no momento em que o projetil sai do cano, o ferrolho recuou a seu curso máximo, deixando o cano visível, e o estojo deixa a janela de ejeção.

Sergio Aragonés Destroys DC #1 (junho de 1996) conforme Sergio Aragonés destrói a DC (abril de 1998).
Página 6; p. 15, quadros 3-4; p. 22, q. 4-5; p. 27, q. 4; p. 32, q. 1; p. 34, q. 2-4; p. 35: todas são referências às crises da DC, e por isso alguns personagens fazem uso explícito da palavra. Tanto na Crise nas Infinitas Terras quanto em Zero Hora (Crise no Tempo), um personagem percorre o Universo DC convocando heróis para lutar contra uma ameaça terrível ainda não identificada.
P. 6, q. 5. À direita, Starman (Jack Knight). Ao fundo, Pantha e Koriand’r, dos Novos Titãs.
P. 7, q. 1. Sobre a escrivaninha, estatuetas de Alfred E. Neuman (mascote de capa da Mad) e Bart Simpson.
P. 10-12. Krypton e os pais de Kal-El têm suas aparências da Era de Prata.
P. 10, q. 1. Referência ao fato de que a DC sempre reconta a origem do Super-Homem de vez em quando.
P. 12, q. 5. Os Cabeludos são humanos superavançados que moram fora de Metrópolis, no Habitat.
P. 29. Na verdade, a L.E.G.I.Ã.O. não é ambientada no século XXX, mas no século XX. Ela apareceu pela primeira vez na minissérie Invasão! como precursora da Legião dos Super-Heróis, essa, sim, do século XXX e alvo desta sátira. A cena mostrada aqui é uma releitura da primeira história e da primeira capa com a LSH, em Adventure Comics #247, de abril de 1958.
P. 31, q. 7. “Will Smith” é uma referência ao filme Homens de preto.
P. 31, q. 7, “Globo”, e p. 32, q. 5, “Melhoramentos”: referências a editoras brasileiras, assim como a Abril.
P. 34, q. 5. Em algumas das crises da DC, os roteiristas não sabiam como terminar a história.
P. 36, q. 1 e inserções. Esta é uma releitura dos quadros de Crise nas infinitas Terras onde Barry Allen morre. O Flash refere-se à própria Crise, onde a Supermoça e Barry Allen de fato morreram (respectivamente em Crisis on Infinite Earths #7 e #8).
P. 36, q. 2 e inserções. O Lanterna Verde Kyle Rayner refere-se à queda de Hal Jordan na loucura, à sua transformação em Paralaxe e à sua disputa com o próprio Kyle pelo Anel, conforme visto em Green Lantern #48-50 e #63-64. 2814 é o setor onde fica a Terra, sobre o qual Hal tinha sua jurisdição de Lanterna Verde antes de enlouquecer.
P. 36, q. 3 e inserções. Referência a Aquaman #2, onde Aquaman perde a mão esquerda, imediatamente antes de Zero Hora.
P. 37, q. 1. Na época, Oliver Queen estava morto. Ele morreu em Green Arrow #101 (outubro de 1995). Batman teve sua coluna vertebral quebrada por Bane em Batman #497 (julho de 1993). A morte do Super-Homem nos quadrinhos foi, de fato, notícia dos jornais da vida real, em 1993.
P. 37, q. 5. Na estante, títulos clássicos da DC: House of Mystery, Justice League, The Atom, The Flash, Action Comics, Mad (não é um título da DC, mas nele Aragonés trabalhou por 25 anos), Kamandi: the Last Boy on Earth, Plastic Man, G.I. Combat, Blackhawk, Metal Men, Lobo’s Back, The Demon. Sobre a mesa, Detective Comics #1 (com um mandarim na capa), Batman #1 e Flash Comics #2. Nas mãos de Aragonés, Action Comics #1.
P. 43, q. 4. Superboy, Mulher-Gato, Lobo, Guy Gardner, o Espectro, chegando como chegam os convocados nas crises que envolvem todos os personagens da DC. Note que, normalmente, não apareceriam juntos. Daí a referência a uma “megassaga”, que é o único motivador de suas aparições, que, de outro modo, não teriam ligação com a história.
P. 48, q. 3-5. Tal como o diário de Rorschach em Watchmen.
P. 49. Todas as edições são da Marvel: Justiceiro, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, X-Men, Capitão América, Wolverine, Thor, Surfista Prateado.

Starman #16 (fevereiro de 1996) conforme Dark Heroes no. 5 (julho/agosto de 2003).
Página 46. “Goodwin” é o Editor Archie Goodwin.

Superboy and the Ravers #7 (março de 1997) conforme Superboy no. 23 (setembro de 1998).
Página 13, quadro 2. O veículo ao alto é a Locomotiva, do Projeto Cadmus.
P. 14, q. 1. Um fanboy está vestido de Batman, sans orelhas.
P. 14, q. 2. Um fanboy está usando u’a máscara de Lanterna Verde.

Superman #119 (janeiro de 1997) conforme Super-Homem no. 21 (julho de 1998).
Página 14, quadro 1, e p. 15, q. 1. O Lexport é copiado da Doca Espacial de Jornada nas Estrelas III.

Superman #123 (maio de 1997) conforme vista em Super-Homem no. 24 (outubro de 1998).
P. 2, q. 3. “Swan Boulevard” é uma referência ao desenhista da Era de Prata Curt Swan, um dos mais importantes na longa história do Super-Homem.

Superman #135 (maio de 1998) conforme Super-Homem n. 33 (julho de 1999).
Na primeira página, o diálogo é uma recapitulação do arco dos Gigantes do Milênio até aqui.

Superman #136 (julho de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço n. 6 (agosto de 1999).
A capa é um redesenho da clássica capa de Action Comics #1 de 1938, substituindo o carro verde com um carro voador e o bandido com um alienígena de três olhos.
P. 1 e 2: “Olhem! Lá no céu! É um pássaro! É um avião! Não! É o Super-Homem!” era a sempre repetida frase associada aos avistamentos do Super-Homem em Metrópolis durante os anos 40 e 50. (A propósito, que vista péssima aquelas pessoas tinham; e também: se fosse um pássaro ou um avião, o que haveria de tão extraordinário que as levasse a apontar dessa vez?)
P. 1 e p. 4, q. 2. A menina de cabelo branco é a mesma vista em Superman: the Man of Steel #80, p. 6, q. 3-4.
P. 4 a 6: esta primeira aparição do Super-Homem entre humanos repete a primeira aparição do Super-Homem original entre humanos na clássica minissérie de John Byrne Man of Steel (O Homem de Aço), de 1986. Além disso, as espaçonaves (especialmente a da GlobaLEX) lembram os desenhos de Naves espaciais 2000 a 2100, de Stewart Cowley.
P. 7, q. 1. “Lena” é o nome da filha de Lex Luthor nos quadrinhos correntes da DC de meados de 1998.
P. 8, q. 2. Na tela, a segunda fileira, terceiro painel, mostra a nave estelar Enterprise-D, de Jornada nas Estrelas: a Nova Geração, enfrentando uma anomalia espacial. A terceira fileira, segundo painel, mostra um espaçoporto muito à moda das docas espaciais de Jornada nas Estrelas. Klar Ken é, naturalmente, uma remissão a Clark Kent, Super-Homem.
P. 9, q. 2. O Homem-Morcego em Gotham é Batman; a Tropa dos Lanternas Verdes é um dado no universo DC, mesmo no futuro; Aquaman é presumìvelmente algum descendente do original.
P. 9, q. 5. Jay L é o sucessor de Jimmy Olsen, como o robô Perry é do Editor Perry White.
P. 11, q. 3. O trenzinho lembra os rebocadores Operárias de Jornada nas Estrelas.
P. 12, q. 1-4. Nos quadrinhos da Era de Prata, o Super-Homem tinha uma prima, Kara Zor-El, que chegou à Terra depois dele. Ele a recebeu e treinou antes de lhe permitir aparecer diante do público como a Supermoça.
P. 16, q. 4. É interessante ver quantos dos robôs se parecem com C-3P0, de Star Wars.
P. 17, q. 2. Quando a programação de um robô o impede de ferir pessoas, você sabe que ele é inspirado pelas Três Leis da Robótica de Isaac Asimov.
P. 18, q. 3. HZL-6 é chamada “Hazel”, também em referência aos robôs de Asimov, que eram chamados “Andrew” quando denominado NDR, “Speedy” quando denominado SPD, e por aí vai.
P. 20, q. 2. Muto parece-se um bocado com os talosianos de Jornada nas Estrelas: “A Jaula”.

Superman #137 (agosto de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço No. 7 (set. 1999).
Algumas anotações (sobre Muto, o Talosiano, e Lena Luthor) seriam repetições da edição anterior. Não farei isso. As anotações abaixo são originais.
A capa veio direto da capa de Justice League of America #1 de 1960.
P. 5, q. 3: na continuidade da DC dessa época, o Tio Pança é uma franquia de hambúrgueres em Metrópolis.
P. 6, q. 5, e p. 7, q. 1, ligeiramente lembram o final de Reino do Amanhã com a bomba atômica.
P. 10, q. 3: o Gavião Negro de Thanagar é um dos integrantes tradicionais da Liga da Justiça.
P. 12, q. 4. Dentro da Fortaleza da Solidão, pendurada no teto, a nave estelar é notàvelmente parecida com a Enterprise-D de Jornada nas Estrelas.
P. 17, q. 1, repete a capa de JLofA #1.
Na página 18, q. 3, o Lanterna Verde é o primeiro a desaparecer, exatamente como na capa de JLofA #1.
P. 20, q. 5: no fundo, as estátuas de Jor-El e Lara conforme retratados durante a Era de Ouro (em contraste com a muito diferente representação pós-Crise de John Byrne).

Superman #138 (setembro de 1998) conforme vista em Super-Homem: o Homem de Aço no. 8 (outubro de 1999).
Página 1, quadro 1. À direita, dois alienígenas parecem-se exatamente com os talosianos de Jornada nas Estrelas e, na extrema direita, ninguém me convencerá de que o transeunte azul não seja um vulcano.
P. 2. Do alto, podem-se ver o Gavião Negro, o Robin, o Aquaman e o Batman desta realidade.
P. 4, q. 2. O cavalheiro à direita está desenhado de modo muito realista, não genérico. Pergunto-me se a intenção é que se pareça com alguém da DC.
P. 5. Estas são as contrapartes desta realidade a membros da LJA. Ao fundo, não sei quem é o Dr. Manhattan Genérico. Os outros ao fundo parecem Grande Barda (com um uniforme necessário e kirbyano de tons vibrantes de vermelho, verde e amarelo), Gladiador Dourado, um Arqueiro Verde que vem descendo por uma corda, Mulher-Maravilha (cujo símbolo peitoral parece uma águia mais do que em sua contraparte do século XX), Capitão Marvel (que parece ser um marciano), e o Flash. Em pé, em primeiro plano, Robin, Batman, Supermoça, Super-Homem, Gavião Negro, Lanterna Verde, Aquaman e um alienígena troncudo e verde que não consigo atribuir a ninguém que conheçamos: poderia ser Oberon, Guy Gardner, Aço ou qualquer outro.
P. 13, q. 1. Kismet está aparentemente nua e parece que Metrópolis esteja um pouco fria para ela… se você olhar para o que vi.
P. 14, q. 1. O Super-Homem é retratado em sua habitual atitude em voo.
P. 14, q. 6. O edifício da GBS, com sua fachada côncava, parece-se com o edifício W.R. Grace, na rua 42 de Nova Iorque.
P. 14, q. 7. Jornada nas Estrelas XXX (ou mais) está em exibição. A certeza de este ser um filme de JE é a fonte que foi usada, que se assemelha àquela da maioria dos filmes de cinema anteriores da franquia. Na época desta edição, já houvera oito filmes de cinema e quatro séries com atores de Jornada.

Superman for All Seasons #1 (setembro de 1998) conforme Grandes clássicos DC no. 8 (julho de 2006).
Página 26, quadro 4. Esta história pretende evocar um forte senso de nostalgia por uma América rural inocente conforme vista no Kansas dos anos 50. Para compor o cenário, nada caberia melhor do que uma edição do Saturday Evening Post, como se vê no canto direito.

Superman Forever #1 (junho de 1998).
Toda esta edição é uma oportunidade para que novos leitores possam pegar o bonde andando sem prejuízo após o total fracasso de toda a fase do “Super-Homem de energia” dos meses precedentes. Todos os personagens relevantes na vida do Super-Homem são acompanhados e tanto introduzidos a novos leitores quanto recapitulados para leitores que haviam ficado decepcionados e ido embora. Então conseguiremos ver Mamãe e Papai Kent, a Supermoça, o Superboy e Aço, toda a equipe do Planeta diário, Lex Luthor, a Unidade de Crimes Especiais da polícia de Metrópolis, Cat Grant, o Projeto Cadmus, Bibbo Bibbowski, a Intergangue, Lucy Lane, o Professor Hamilton e Kandor, Dabney Donovan, e todos os vilões recentes do Super-Homem.
As páginas 1-3 são, naturalmente, uma recapitulação da origem do Super-Homem conforme contada por John Byrne na minissérie O Homem de Aço em 1986.
P. 4, q. 1, refere-se ao recém-encerrado (e horrível) arco dos Gigantes do Milênio.
P. 4, q. 2, recapitula os eventos que precederam o arco Gigantes do Milênio.
A página 4 é uma repetição da chegada de Kal-El à Terra, sendo imediatamente encontrado pelo casal Kent. É um pouco estranho que esta referência não tenha sido apontada mais escandalosamente.
As páginas 7-8 são uma recapitulação bem sucinta de tudo que aconteceu a Kal-El/Clark Kent desde a minissérie O Homem de Aço, incluindo o casamento com Lois Lane, a morte nas mãos de Apocalypse e a recente transformação em um ser de energia.
P. 10, q. 3; p. 11, q. 4. Com essas falas, a DC varre toda a questão da transformação de volta para baixo do tapete. Nenhuma explicação é dada sobre como o Super-Homem recuperou sua velha forma e seus antigos poderes. É como se a DC estivesse dizendo, “o arco do Super-Homem Azul foi tão pavoroso, não quisemos ter o trabalho sequer de bolar uma explicação para encerrá-lo; fiquemos apenas felizes que acabou e sigamos em frente”. De minha parte, não estou reclamando.
P. 10, q. 4. John Deere é o fabricante de tratores mais conhecido nos Estados Unidos. Product placement em quadrinhos? (Dificilmente!)
P. 11, q. 1, é uma alusão a Reino do amanhã, p. 34, q. 1, que, por sua vez, é uma referência à capa de Action Comics #1 (junho de 1938).
A página 12 é uma recapitulação de curto prazo do recém-encerrado arco Gigantes do Milênio.
P. 13, q. 3-4. Tal como na minissérie O Homem de Aço, é de Mãe Kent que Clark recebe seu uniforme, reforçando a ideia de que sua “armadura” se origina no coração da estrutura familiar da América. O Super-Homem volta a simbolizar os “valores sadios da tradição americana”.
P. 13, q. 5-7 mostram a forte influência das técnicas do cinema sobre os quadrinhos conforme temos visto desde meados dos anos 1980. Pense em todas as vezes em que a câmera deu um close no herói principal se vestindo e equipando.
P. 15. Kismet foi vista pela última vez em The Adventures of Superman #500 (junho de 1993; Super-Homem além da morte, junho de 1994): outro momento-chave na vida de Kal-El, quando sua alma se esforçava por voltar do Além após ele ter sido morto por Apocalypse. Depois de seu retorno, ele havia sido ligeiramente transformado desde a encarnação anterior.
P. 17-22. Apesar de imperfeitamente desenhado, estou entendendo que este avião deva ser um C-5 Galaxy. Entretanto, ele está muito fora de proporção, como se pode ver (por exemplo) pelas janelas. Além disso, a carenagem do trem de pouso principal está muito simplista. A característica mais reveladora é o adoçamento do bordo de ataque na raiz da asa.
P. 17, q. 1. Isto é novo! O nome “Piper Cub” acaba de tornar-se um verbo. Além disso, esta explicação atualiza-nos quanto a Lois Lane desde que a vimos pela última vez na Austrália em Superman #135 (maio de 1998; Super-Homem no. 33, julho de 1999).
P. 20 e 78. Estes são os bordões clássicos que têm estado consistentemente associados ao Super-Homem desde a radiossérie dos anos 1940.
P. 21, q. 4. Um estabelecimento do outro lado da rua tem o nome de Walt e Louise Simonson, ambos os quais já trabalharam em títulos do Super-Homem.
P. 23, q. 1-2. Pelo menos a DC reconhece que esta foi uma quase exata repetição da primeira aparição do Super-Homem perante o mundo em O Homem de Aço.
P. 23, q. 3. With a Little Help from My Friends é uma canção dos Beatles.
P. 25, q. 1-2. Corto Maltese, naturalmente, é a ilha onde o conflito entre as superpotências evoluiu para uma guerra nuclear em O Cavaleiro das Trevas.
P. 25, q. 6. Indecências.
P. 28, q. 2. Na Era de Prata, havia este epíteto recorrente da referência a Jimmy Olsen como “Superman’s Pal”. Este era até mesmo o nome de um título corrente da DC na época.
P. 28, q. 3. Aparentemente, Alice foi promovida de faxineira, coerente com a descoberta de seus problemas pessoais pela equipe do Planeta diário em uma época em que os quadrinhos do Super-Homem mostravam preocupação com temas sociais.
P. 29, q. 3, é uma prova de minhas afirmações do primeiro parágrafo acima: caso alguém ainda não saiba quem é Lex Luthor, uma explicação é dada.
P. 32, q. 3. Esta é a primeira pista sobre quem sequestrou Lena Luthor. Leitores antigos entenderão, uma vez que isto é uma referência a The Man of Steel #5, de 1986, mas também a histórias posteriores do Super-Homem. Em retrospecto, percebo quanto estava óbvio.
P. 39. O retrato do Superciborgue está errado. A porção humana é limitada ao lado direito superior de sua face e não inclui o nariz.
P. 79-80 e 83-84 retratam realisticamente a ingenuidade dos quadrinhos da Era de Prata. A arte-final é mais estática e a história não tem qualquer complexidade ou sutileza. Ainda mais pronunciado é o sentido moral, com o herói terminando sua interação com uma lição que ensinaria ao jovem leitor como se comportar como um bom cidadão.
P. 79, q. 3. Novamente, o Super-Homem é o “Super-pal” de Jimmy Olsen, bem à moda da Era de Prata.
P. 79, q. 5; p. 80, q. 1; p. 84, q. 1. Lições de moral de sobra para as crianças!
P. 80, q. 4. Durante a Era de Bronze dos quadrinhos (anos 1970 e início dos anos 1980), Clark Kent havia deixado de ser repórter do Planeta diário para se tornar âncora da WGBS TV. “Repórter de boas maneiras” era o epíteto dado a Clark Kent como um disfarce eficaz do Super-Homem desde a Era de Ouro.
P. 81-82. Devo admitir que, apesar de eu não gostar do estilo habitual do traço de Jon Bogdanove, aqui ele mostra versatilidade, na medida em que o lápis não é reconhecível como seu. De fato, parece muito de perto com os dos artistas do Super-Homem do início da Era de Ouro, inclusive (é claro) seu pescoço, seu penteado e seu distinto aperto dos olhos. Conforme esperado, este Super-Homem não voa, sendo capaz apenas de “saltar altos edifícios em um único pulo”. Conforme era típico da Era de Ouro, uma narração em retângulos explica a ação. O diálogo minimalista e as ameaças também são típicos daquele Super-Homem bastante inicial.
P. 82, q. 6. Durante a Era de Ouro, Clark Kent trabalhava não para o Planeta diário, mas para o Estrela diária, cujo editor era George Taylor. Observe o carro em primeiro plano, provavelmente um Ford V8, muito típica última palavra de modernidade em 1938 (mesmo ano da estreia do Super-Homem e explícito na placa do veículo).
P. 84, q. 4. Há numerosas referências à mitologia alargada do Super-Homem da Era de Prata: Krypto, o Supercão; os Robôs do Super-Homem; e os vilões da Zona Fantasma. Ao verdadeiro modo da Era de Prata, a história ensina moral às crianças, daí a tola e altruísta atitude de exercitar seres superpoderosos e robôs.
P. 85, q. 4. Como esta história se passa no século XXX, é claro que os nomes têm números. Eles têm tido desde THX 1138, de George Lucas, não têm?
P. 85, q. 6. Pelo mesmo motivo, é claro que deve haver uma referência a Andrômeda no linguajar cotidiano.

Superman Red/Superman Blue #1 (fevereiro de 1998).
P. 11, q. 3 e 4: a marca de sorvete “Joe & Jerry’s” é, ao mesmo tempo, uma brincadeira com a marca de sorvete da vida real Ben & Jerry’s e uma homenagem aos criadores do Super-Homem, Jerry Siegel e Joe Shuster.
P. 36, q. 1: a rua Swan é uma referência ao lendário desenhista do Super-Homem da Era de Prata Curt Swan.

Superman: the Man of Steel #79 (maio de 1998) em Super-Homem n. 33 (julho de 1999).
O desenho da página 26 continua ou na página 27 ou na página 28, à escolha do leitor, mas não nas duas.

Superman: the Man of Steel #80 (junho de 1998) em Super-Homem: o Homem de Aço No. 6 (Aug 1999).
P. 1-7 são um refazimento de Action Comics #1 (junho de 1938), p. 2-6, quase quadrinho por quadrinho. Os diálogos são os mesmos e os desenhos estão, na sua maioria, vistos de uma perspectiva diferente, mas mostrando as mesmas cenas.
P. 7-22 acrescem roteiro em comparação com AC #1-2. As edições de AC de 1938 tratam de uma guerra estimulada por fabricantes de munição, apenas para o auferimento de lucro, entre dois países que, de outro modo, permaneceriam em paz entre si. Essa era uma clara referência à Guerra do Chaco, travada entre Paraguai e Bolívia em 1932-1935, a qual, a propósito, também foi extensamente referida pelo livro de Tintim O ídolo roubado. A edição de S:tMoS, de 1998, substitui essa guerra com o Super-Homem desbaratando tentativas de nazistas de estabelecerem uma base nos Estados Unidos. Essa teria sido uma preocupação prematura para os quadrinhos em 1938, uma vez que os EUA apenas entrariam oficialmente na guerra no fim de 1941, apesar de que, daquele ponto em diante, os quadrinhos da DC (na época: National Publications) de fato mostrariam seus heróis lutando contra nazistas. Portanto, a edição de MoS é ligeiramente anacrônica de um ponto de vista puramente objetivo. Entretanto, ela captura adequadamente o espírito da Era de Ouro dos quadrinhos, com uma ameaça típica daquela época e uma abordagem correspondentemente simplista para lidar com ela: pelo uso da força contra vilões que são, na maior parte, valentões traiçoeiros.
P. 12, 13 16 e 18 (com os vilões Senador Barrows e Emil Norvell) referem-se ao roteiro de AC #1, p. 11-12, e AC #2, p. 1-2.
P. 14-16 são AC #1, p. 8-10, com o acréscimo de diálogo.
P. 15, q. 5, é, naturalmente, a necessária repetição de AC #1, p. 9, q. 3, que também já foi repetida na mais famosa capa de todas, a de AC #1, e frequentemente objeto de homenagens pela DC e outros.
P. 21, é claro, mostra o Super-Homem promovendo a Verdade, a Justiça e o Modo Americano. Esta representação, de 1998, é um tanto menos abertamente ufanista, mas ainda captura a ideia original.
Deve-se também reconhecer que o desenhista Jon Bogdanove elaborou desenhos que diferem significativamente de seu estilo habitual e que se aproximam de perto do estilo de Joe Shuster nas primeiras edições de Action Comics. A única grande diferença é Lois Lane, que está desenhada muito ao próprio estilo de Bogdanove.

Superman: the Man of Steel #81 (julho de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço no. 7 (setembro de 1999).
Tal como na edição anterior, esta história mostra o Super-Homem ao tempo de sua estreia em 1938.
P. 1, q. 1: as linhas curvas do trem evocam art nouveau, que era o estilo da moda de meados para fim dos anos 1930.
P. 2-3, q. 5: em 1938, o Super-Homem não voava; em lugar disso, ele “saltava altos edifícios com um único impulso”.
P. 2-3, q. 7: é claro que ele se lembra da menina. Ela é a menina misteriosa de cabelo branco e vestido rosa nas edições anteriores de Superman: the Man of Steel e de Superman.
P. 4, q. 1. George Taylor era editor do Estrela diária, em lugar de Perry White no Planeta diário, durante o início da Era de Ouro. A história é uma continuação direta da história da edição anterior, e o enredo de Norvell ganha sua própria vida rocambolesca em contraste com uma simples diluição conforme as edições originais de Action Comics #1-2 de 1938.
P. 4, q. 4. A ocupação da Polônia pela Alemanha nazista começou em setembro de 1939, não 1938!
P. 5, q. 3. Quando o Empire State Building foi erigido, havia de fato a intenção de atracar dirigíveis em sua extremidade. Essa ideia nunca se materializou. Além disso, as letras “LZ 129” mostram que este é o próprio Hindenburg.
P. 8, q. 8. O Gueto de Varsóvia foi estabelecido em 1940.
P. 12, q. 7. Aparentemente, o Generalkommissar Zimmler recebeu seu nome a partir de Himmler, líder da SS.
P. 13. O gueto só foi extinto em 1943.
P. 16, q. 3. De fato houve experimentos, mas, como solução estabelecida para uso em massa, os nazistas não usaram fumaça de óleo Diesel, preferindo Zyklon-B para matar nos falsos chuveiros.
P. 16, q. 7. Apesar da plausibilidade, o título de “Reichsführer” não existia conforme usado nesta história. Hitler era chamado simplesmente “o Führer”, e o título de “Reichsführer-SS” era usado por oficiais da SS (da qual Hitler nunca fez parte). A Endlösung (“Solução Final”), com um Ö (tremado), apenas foi trazida em janeiro de 1942.
P. 17, q. 1. Um funcionário nazista difìcilmente teria qualquer ideia do que fosse um Golem e portanto não usaria a palavra. Mais especialmente, ele nunca pronunciaria uma palavra de hebraico, isso com certeza.
P. 17, q. 5. O extermínio era de fato o encontro da Solução Final com o encerramento do Gueto de Varsóvia. Ainda assim, nunca foi um improviso e certamente os campos precisariam estar prontos antes de poderem operar. Aqui, a página precedente já mostrava que os campos estavam definitivamente não prontos.
P. 18, q. 4. A Solução Final era praticada por campos de extermínio, aonde as minorias eram levadas simplesmente para serem mortas. Ela não se referia aos já existentes campos de concentração (onde elas eram forçadas ao trabalho escravo), aos experimentos ou às torturas. Todos esses foram atos odiosos que aconteceram antes e durante a Solução Final, mas que não eram parte dela.
P. 20, q. 1. Seu tempo é curto… Isso significa pôr um fim a centenas de milhares de judeus em uma noite?! De quanto tempo ele precisaria para deportar cada um deles de trem? E, no entanto, a página 22, quadro 1, confirma essa impossibilidade.
P. 20, q. 2. Violência direta (e, neste caso, evidente tortura) contra uma mulher não é exatamente comum nos quadrinhos da DC.
P. 20, q. 3. A frente russa só existiria a partir do verão de 1941. Este carro de combate é um Tiger, que só foi levado a campo a partir de agosto de 1942.
P. 20, q. 5. Esta imagem certamente traz à mente a capa de Action Comics #1. Como este veículo não é verde e o Super-Homem apenas o levanta parcialmente, vou atribuir a imagem a uma coincidência.
A página 21 é particularmente arrepiante para o gosto da DC Comics desta época. Ou de qualquer época, na verdade.
P. 22, q. 7. Quanta inteligência deve o Super-Homem ter para entender a Solução Final a partir de uma olhadela nos planos?

Superman: the Man of Steel #82 (agosto de 1998) conforme Super-Homem: o Homem de Aço no. 8 (out. 1999).
P. 5, q. 4. Este quadrinho refere-se a uma das famosas fotografias da II Guerra Mundial. Ela retrata judeus sendo coletivamente expulsos pela SS e consta do Relatório de Jürgen Stroop a Heinrich Himmler de maio de 1943, sobre a Revolta do Gueto de Varsóvia.
P. 5, q. 5. O veículo é um Sd.Kfz. 251, um transporte de tropa meia-lagarta alemão produzido em massa e largamente usado na II Guerra Mundial.
P. 9, q. 2. As luvas sem mãos indicam que este seja o vilão de Action Comics #747.
P. 9, q. 3, e p. 10, q. 3. Normalmente, o traço de Bogdanove não desenha expressões tão exageradas nos rostos dos personagens. O leitor pergunta-se se isso pretende destacar a irrealidade de todo o cenário.
P. 12, q. 6. Tal como em S:tMoS #81, p. 20, q. 3, este carro de combate é um Tiger.
P. 17, q. 4. Em minhas anotações a S:tMoS #81, identifiquei a aceleração da História como uma falha de roteiro. Agora vejo que era exatamente uma questão abordada por ele.

Superman: the Man of Tomorrow #9 (setembro de 1997) conforme Super-Homem: o Homem de Aço no. 1 (março de 1999).
Esta história, intitulada “Lição de História”, é uma recapitulação dos principais eventos na vida do Super-Homem após a Crise nas Infinitas Terras. A maioria dos quadros é reprodução de quadros de outras histórias. A saber (com números de páginas da edição original e, tanto quanto possível, das edições a que se faz referência):
P. 1, q. 3 – Man of Steel #1, p. 22, q. 4-5.
P. 1, q. 4 – MoS #1, p. 25, q. 4.
P. 2, q. 1 – MoS #1, p. 28, q. 1.
P. 2, q. 3 – MoS #1, p. 29, q. 1.
P. 2, q. 4 – MoS #1, p. 29, q. 2, e p. 30, q. 1.
P. 6, q. 3 – MoS #1, p. 14, q. 3, e p. 12, q. 4.
P. 7, q. 4 – MoS #6, p. 16, q. 6.
P. 8, q. 2 – Superman #20.
P. 8, q. 3 – Superman #22, p. 4-5, q. 1 e 3-4.
P. 8, q. 4 – Superman #22, p. 16-17, q. 8.
P. 8, q. 3 – Superman #22, p. 20-21, q. 7 e 9.
P. 9, q. 2 – The Adventures of Superman #446, p. 21, q. 5-6.
P. 9, q. 3 – The Adventures of Superman #450, p. 1.
P. 9, q. 4 – AoS #450, p. 21.
P. 10, q. 1 – The Adventures of Superman #453, p. 14, q. 1-2.
P. 10, q. 2 – Action Comics Annual #2, p. 35, q. 3-4.
P. 10, q. 3 – Superman #32, p. 11, q. 1.
P. 10, q. 4 – Superman #32, p. 22, q. 6.
P. 11, q. 2 – Action Comics #644, p. 10.
P. 11, q. 3 – AC #644, p. 16, q. 1.
P. 11, q. 4 – AC #644, p. 22, q. 8.
P. 12, q. 2 – Action Comics #652, p. 4.
P. 12, q. 3 – AC #652, p. 10, q. 2, e p. 15, q. 4.
P. 12, q. 4 – AC #652, p. 20, q. 3.
P. 13, q. 2 – Superman #49, p. 17, q. 1.
P. 13, q. 3 – The Adventures of Superman #472, p. 2, q. 3, e p. 17, q. 2.
P. 13, q. 4 – Action Comics #659, p. 3, q. 1.
P. 14, q. 2 – Action Comics #662, p. 21.
P. 14, q. 4 – Superman #54, p. 16, q. 4; Action Comics #663, p. 1 e p. 8, q. 2; Action Comics #664, p. 3, q. 3 — e deve-se notar que, em AC #663, p. 8, q. 2, o símbolo no peito (de quando Clark estava no circo nos anos 40) é uma referência justamente aos anos 40, a época em que o Super-Homem foi desenhado pela primeira vez: um triângulo em vez de uma forma de diamante.
P. 14, q. 5 – Action Comics #671.
P. 15, q. 2 – Superman #75, p. 19.
P. 15, q. 3 – Superman #75, p. 25-26.
P. 15, q. 4 – Superman: the Man of Steel #21, p. 22, q. 5.
P. 16, q. 2 – The Adventures of Superman #500, p. 3, q. 2.
P. 16, q. 3, é todo o arco Reign of the Supermen!.
P. 16, q. 4 – Superman #81, p. 2.
P. 17, q. 1 – Superman #82, p. 22, q. 1.
P. 17, q. 2 – The Adventures of Superman #505, p. 2.
P. 17, q. 4 – Superman/Doomsday: Hunter/Prey #3, p. 30, q. 1, e p. 26, q. 2.
P. 18, q. 1 – The Adventures of Superman #512, p. 5, q. 4.
P. 18, q. 2 – AoS #512, p. 19, q. 3.
P. 18, q. 3 – The Adventures of Superman #523, p. 18. O fundo remete a todo o arco A morte de Clark Kent.
P. 19, q. 1 – Superman #115, p. 3, q. 2.
P. 19, q. 3 – Superman: the Wedding Album, p. 88-89.
P. 20, q. 2 – The Adventures of Superman #546, p. 17, q. 1.

Tangent Comics: Nightwing #1 (dezembro de 1997).
P. 1, q. 1. No lixo, “B’wanna Beast Cookies”. Bwana Beast é um personagem do universo DC regular. A Impulse Cola ganhou seu nome do personagem da DC Impulso, o jovem supervelocista.
P. 2, q. 2. As armas são chamadas “Boom Tube”. No universo DC regular, os tubos de explosão são os dispositivos usados pelas forças de Darkseid para viajarem instantaneamente entre pontos distantes no espaço.
P. 3, q. 2. “Firestorm” (“Nuclear”) é o nome de um personagem do universo DC regular.
P. 4, q. 4. No universo DC regular, “Shazam!” é a invocação mágica que transforma Billy Batson no Capitão Marvel.
P. 5, q. 2. No universo DC regular, “Wildcat” (“Pantera”) é o codinome do boxeador Ted Grant quando ele enfrenta o crime na Sociedade da Justiça da América. No lixo: o detergente Amazo tem o nome do androide que repetidamente lutou com a LJA. Dubbilex tem seu nome a partir do DNAlien que é personagem coadjuvante do Superboy no universo DC regular. Green Arrow Cola tem o nome do Arqueiro Verde, um dos principais personagens do universo DC.
P. 8, q. 5. No universo DC regular, “Hex” é o nome de um caubói. Aqui é o codinome de um hipnotizador.
P. 9, q. 2. Sombra da Noite é uma personagem das histórias de espionagem do universo DC.
P. 12, q. 1. O Rastejante é um personagem do universo DC regular.
P. 12, q. 3. Orquídea Negra é uma personagem menor do universo DC regular.
P. 19, q. 1. O depoimento do Átomo diante do Congresso é a conclusão de Tangent Comics: the Atom #1. O ataque do Capitão Cometa e seu sequestro do Senador através da janela são de Tangent Comics: Green Lantern #1. A tarefa em face da Flash foi mostrada em Tangent Comics: the Flash #1.
P. 19, q. 4. A sombra sugere que a loira seja a Coringa.
P. 23, q. 1. De fato, TC:GL #1 conta a história de como a Lanterna Verde trouxe o Capitão Cometa de volta dos mortos.
P. 25, q. 2. Os olhos de Nabu têm o nome do feiticeiro Nabu, que se torna o personagem do universo DC regular Dr. Destino.
P. 26, q. 5. “Bat-Asa” é o nome de um dos dispositivos do Batman no universo DC regular.
P. 30. Na continuidade regular do universo DC, Vandal Savage é o inimigo imortal do Flash, e a Ordem de São Dumas é a sociedade secreta da qual Azrael fazia parte.
P. 34, q. 1. “Anel de Oa” e “Mãos do Destino” referem-se, respectivamente, às continuidades do universo DC regular do Lanterna Verde (cujos anéis são fabricados em Oa) e do Dr. Destino.
P. 38, q. 4. Esta representação de Krios Theophilius parece-se com Anton Arcane, inimigo do Monstro do Pântano no universo DC regular.
P. 39, figura 2. O escudo no peito dos FiST’s remete ao do Super-Homem.

Transmetropolitan #5 (Jan’98).
Na capa, o nome de Frank Quitely está na quarta fileira a partir do alto, segunda coluna a partir da direita.

Transmetropolitan #6 (fevereiro de 1998) em Transmetropolitan: de volta às ruas.
Na capa, o nome de Frank Quitely está próximo do canto direito inferior, no braço do jamaicano.
P. 131, q. 3. Essa citação é a clássica fala do Batman sobre os criminosos que assusta.
P. 137, q. 3. Seria Slash, do Guns ‘n Roses?
P. 138. À direita, ao fundo, “igreja de Ennis” e “Custer” referem-se a Preacher, a obra de Garth Ennis, amigo do roteirista Warren Ellis, cujo personagem-título se chama “Jesse Custer”. Ainda à direita, em primeiro plano, o locutor é um sósia do ator Ron Jeremy e segura “The Good Book of D. Robertson”, referência ao desenhista, Darick Robertson. Na extrema esquerda, uma suástica. Na extrema direita, Love Me Tender é uma das canções do repertório de Elvis Presley.
P. 144-146. Spider, vestido de Jesus Cristo, revolta-se contra os vendilhões do Templo, tal como fez Jesus Cristo nos Evangelhos.
P. 146, q. 2. Ao fundo, “fariseus por Jesus”.

Transmetropolitan #7 (março de 1998) em Transmetropolitan v. 2.
P. 1: Mos Eisley é, naturalmente, o fim de mundo em Tatooine (Star Wars Ep IV).

Transmetropolitan #8 (abril de 1998) em Transmetropolitan v. 2.
P. 4: no Muro de Berlim, podem-se ver (1) a inscrição “Pink Floyd”, em uma clara referência ao álbum do Pink Floyd The Wall e possivelmente a sua apresentação ao vivo em Berlim na época em que caiu o muro de verdade; e (2) a inscrição “Darick + Meredith 4ever”, certamente uma referência ao desenhista Darick Robertson e a sua esposa (em novembro de 2015).

Transmetropolitan #9 (maio de 1998) em Transmetropolitan v. 2.
P. 15, q. 2: Enkidu é um dos personagens da Epopeia de Gilgamés suméria.
P. 15, q. 6: um dos personagens de fundo está vestido de Super-Homem, menos o S amarelo.
P. 22, q. 3: “pequena morte” é, naturalmente, uma referência ao orgasmo.

Transmetropolitan #10 (junho de 1998) em Transmetropolitan v. 2.
P. 2, q. 1: no chão, podemos ver Hard Boiled, minissérie em quadrinhos de Frank Miller. Também podemos ver um capuz do Batman e, na sombra de Spider, o que parece ser uma fita cassete (!).
P. 17, q. 1: na parede bem atrás de Stomponato, a pichação diz “Darick + Meredith”, uma referência ao desenhista Darick Robertson como na edição #8, acima.
P. 19, q. 5: “Lebensraum” era o nome que Hitler dava ao território que exigia para a Alemanha na Europa Oriental, o que levou à invasão alemã da Tchecoslováquia, Polônia e URSS. Essa é òbviamente uma ironia.
P. 22, q. 3: um dos livros nas prateleiras é How to Draw Comics the Vertigo Way (Como desenhar quadrinhos à maneira da Vertigo), uma referência ao selo Vertigo da DC Comics. Vertigo era um selo adulto que publicava histórias muito à maneira de Transmetropolitan. Esta última, porém, era publicada por outro selo da DC, chamado “Helix”, até que o Helix foi fundido ao Vertigo apenas três edições depois. As diferenças entre os dois selos eram tênues. Aparentemente, o próprio livro Como desenhar… não existe, mas seu título é uma referência a trabalhos existentes, como How to Draw Comics the Marvel Way (Como desenhar quadrinhos à maneira da Marvel), de Stan Lee.

Transmetropolitan #11 (Jul’98) conforme Transmetropolitan v. 2.
P. 111, q. 2. Os mórmons têm o projeto de compilarem dados sobre as datas de nascimento e morte de todas as pessoas (e não apenas dos próprios mórmons), bem como sobre suas relações de parentesco.

Transmetropolitan #12 (agosto de 1998) conforme Transmetropolitan v. 2.
P. 9, título. “Verdade, Justiça e o Modo Americano” era o lema do Super-Homem em tempos mais inocentes.
P. 10, q. 2 e 4. Esta história foi publicada originalmente quando a Internet comercial ainda não tinha dois anos de idade, de modo que se provou profética. O feed de notícias de A Palavra está por trás de uma paywall, como a maioria dos websites de jornais de hoje, e a notícia do desaparecimento de Spider leva a anúncios com links para páginas de compra de seu livro — como em tantos websites, apesar de já não tão descaradamente hoje em dia. Uma correção: em retrospecto, isso não foi tão profético quanto uma extrapolação razoável de uma tendência que já era bem visível no fim dos anos 90.
P. 12, q. 3. O olhar de Spider quase quebra a quarta parede, furando o leitor. Até aqui, Warren Ellis apresentou a sua audiência todo tipo de inovações e modas bizarras na Cidade do futuro; novamente, todas meras extrapolações das excentricidades insanas de hoje. Portanto, quem poderá dizer que sua pergunta realmente seja um blefe? O próprio leitor não consegue: de tudo que foi visto até aqui, a sugestão de Spider soa improvável de início, mas torna-se plausível em uma segunda análise.

Wonder Woman #135 (julho de 1998).
Watch This Space #98-14, primeiro parágrafo. “Òbviamente os clientes da Mile High não são supersticiosos ou covardes.” Essa é uma referência às razões do Batman para usar um disfarce de morcego. Desde Detective Comics #27, de 1939 (a primeira aparição do Batman), e através das décadas, essa frase de um livro de Criminologia tem sido frequentemente repetida pelo Cruzado Embuçado.
P. 22. Observe que Jay Garrick tirou a cobertura. Esse é um gesto antigo de respeito pelos falecidos, que Jay, sendo um herói clássico dos anos 1940, vai se lembrar de fazer, mais do que os outros — apesar de que, justiça seja feita, nenhum dos outros está usando qualquer tipo de cobertura.